quarta-feira, 4 de março de 2015
"Isso aqui é uma prisão; estamos todos presos, 99% querem ir embora"
Greve? Caminhoneiros denunciam terror nas estradas e dizem que estão parados sob coação. “Isso aqui é uma prisão. Nós estamos presos há 12 dias”. Imprensa está impedida de falar com os trabalhadores, só sendo permitida entrevistas com os líderes.
Em vídeo divulgado no Facebook, na página “Polícia Rodoviária Federal – Operacional” ( assista aqui), caminhoneiros acampados nas proximidades das cidades de Joinville e Maravilha, em Santa Catarina, denunciam serem mantidos em “cárcere privado” e impedidos de deixar os protestos que acontecem na região.
Segundo o chefe do Núcleo de Comunicação Social da PRF no estado, o Luiz Graziano, abusos estão acontecendo. Os profissionais são obrigados a permanecer no movimento sob ameaças.
“Passamos a produzir os vídeos e encaminhar para a imprensa para mostrar a realidade de vários bloqueios, onde estão ocorrendo abusos nos quais são obrigados a permanecer no movimento sem as mínimas condições e muitas vezes ameaçados.”, conta.
De acordo com o policial, mais de 90% dos caminhoneiros mantidos em todos os bloqueios querem seguir viagem ou regressar para casa, mas são impedidos pelos líderes do movimento. A Polícia Civil do estado foi mobilizada para auxiliar nas investigações sobre o caso.
“Não querem fazer parte do movimento, estão com cargas perecíveis, com problemas em casa. Familiares e caminhoneiros nos procuraram. E a imprensa foi impedida da falar com os eles, só sendo permitida entrevistas com os líderes, que ninguém sabe quem são”, denuncia o policial rodoviário.
Segundo relato dos caminhoneiros, aqueles que tentaram furar os bloqueios tiveram seus caminhões apedrejados e foram forçados a retornar aos acampamentos.
“Isso aqui é uma prisão. Nós estamos presos”, afirma na gravação um dos trabalhadores, que reclama estar há 12 dias nessas condições.
“Dizem que está liberado, mas vem caminhonete e carro atrás e quebra (os caminhões)”, completa.
Nesta terça-feira (03), caminhoneiros realizam protesto em Brasília contra o aumento do preço do diesel.
Na véspera, a presidenta Dilma Rousseff sancionou sem vetos a Lei dos Caminhoneiros, que garante à categoria benefícios, como a anulação de multas por excesso de carga nas rodovias e concede acesso a programas de financiamento.
Vídeo. Assista abaixo o que acontece com um caminhoneiro que tenta sair do ‘cárcere privado':
Assistam, brasileiros, e não se deixem enganar pela Globo, Veja, Folha, Estadão e BANDalheira, que apoiam a máfia que há por trás da "Greve dos Caminhoneiros".
Ta aí a bandalheira do lock-out patronal contra o governo. Um bando de bandidos pagos pelas empresas de transportes com o objetivo de criar um ambiente de instabilidade e golpista, atacam violentamente os caminhoneiros que não entraram na onda fascista. Tem que colocar a força nacional pra arrebentar com essa bandidagem.
Ví no http://www.pragmatismopolitico.com.br/
雛祭り, Hina-matsuri - "Dia das Meninas"

Imagens de internet
No Japão, todo o dia 3 de março é celebrado o Hina-matsuri – Festival das Bonecas e Dia das Meninas. A palavra Hina significa boneca, enquanto matsuri é festival, na tradução literal. A data também é conhecida como Hina no Sekku, mas há ainda quem a chame de Momo no Sekku (Festival de Flores de Pessegueiro), pois é nessa época que acontece a primeira floração dessas árvores, indicando o fim do inverno e o começo da primavera.
Esta data é dedicada especialmente às meninas e considerada pelos japoneses como uma das mais importantes e tradicionais celebrações do país. O evento é realizado sempre no terceiro dia de março com o intuito principal de afastar os maus espíritos e e rezar pela felicidade e saúde de suas meninas.
Tradicionalmente, as bonecas são expostas sobre um tapete vermelho em cima de uma plataforma (Hina-dan), num altar preparado no lar de praticamente toda família que possui uma menina. Há ainda cerimônias realizadas em grandes templos, onde centenas de pessoas assistem a celebração dentro dos templos, enquanto outras tantas se aglomeraram respeitosamente do lado de fora.
Crença
No Japão, os antigos e tradicionais acreditam que, quando uma menina nasce em uma família, os avôs oferecem ao bebê um Hina-ningyoo. Estas bonecas servem para proteger as meninas de doenças, espíritos malignos e má sorte.
Geralmente, as famílias que têm meninas, comemoram este dia exibindo bonecas em trajes típicos (Hina-ningyo), montadas em uma plataforma de vários andares (Hina-dan), que representam a antiga corte imperial japonesa.
Imagens de internet
Imagens de internet
Imagens de internet
Vazamento de água radioativa é detectado na Central de Fukushima
Segundo a agência de notícias France Presse, com base nas declarações de um porta-voz da empresa, a situação foi observada por meio de sensores ligados a um tubo de drenagem de águas pluviais e subterrâneas, que mediram níveis de radioatividade até 70 vezes maiores do que outros valores já registrados no local.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) diss estar preocupada com a quantidade crescente de água contaminada armazenada.
Esses valores foram baixando gradualmente com o passar do tempo mas, mesmo assim, continuam alarmantes. A linha de drenagem que faz a ligação com uma porta adjacente à costa do Pacífico foi fechada.
A Tepco informou que uma inspeção feita pela empresa não mostrou nenhuma anomalia nos tanques de armazenamento de água contaminada e assegurou “não ter nenhuma razão para pensar que os reservatórios tenham um vazamento”.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) disse, na semana passada, estar preocupada com a quantidade crescente de água contaminada armazenada nesses tanques.
A água vem dos reatores - onde é utilizada para resfriamento - , bem como de fluxos de água subterrânea. É bombeada e armazenada em milhares de reservatórios gigantes, que aumentam à medida que a Tepco constrói outras dezenas por mês para absorver o fluxo.
O desmantelamento dos quatro reatores mais danificados, entre os seis que fazem parte da Central de Fukushima, deverá demorar entre três e quatro décadas.
Ví no http://www.vermelho.org.br/
Fonte: Agência Brasil
terça-feira, 3 de março de 2015
原発20キロ圏内に生きる男 - Alone in the Zone
Naoto Matsumura, o anjo dos animais abandonados de Fukushima.
“Eu vou morrer depois de qualquer jeito, então por que iria me importar?”, diz Matsumura em uma entrevista.
Vídeo VICE Japan
segunda-feira, 2 de março de 2015
domingo, 1 de março de 2015
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