segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Índia tem uma mulher estuprada a cada 20 minutos






PATRÍCIA CAMPOS MELLO
ENVIADA ESPECIAL A NOVA DÉLI





Nirbhaya, a estudante de 23 anos que foi estuprada por seis homens em um ônibus de Nova Déli em dezembro, é um retrato da falta de segurança das mulheres na Índia.

A cada 20 minutos, uma mulher é estuprada no país. Muitas são vítimas dos chamados estupros de gangue, em que vários homens atacam ao mesmo tempo.

Mas só uma de cada 50 vítimas de estupro tem coragem de dar queixa na polícia. Isso porque, na maioria das vezes, a polícia culpa a própria mulher. E as vítimas de estupro se transformam em párias, são evitadas na sociedade e nunca mais conseguem se casar. Karuna (nome trocado), 26, saiu de seu Estado natal de West Bengal para trabalhar como empregada doméstica em uma casa em Nova Déli, onde ganhava o equivalente a US$ 40 por mês. Na mesma casa, trabalhava Shyam.

Um dia, Shyam disse que ia levar Karuna para procurar um outro emprego com salário melhor, mas a trancou em uma casa abandonada.

"Ele disse que ninguém sabia que eu estava lá e que, se eu não cedesse, ele ia me matar", contou Karuna à Folha.

Ela ficou na casa entre quatro e cinco dias, e ele a estuprou repetidas vezes. Depois, ele a levou para a casa onde morava com a mãe dele. Lá, ela era sujeita a trabalho escravo, estuprada por Shyam e espancada pela mãe dele.

Após alguns meses, conseguiu fugir e foi à polícia. Não registraram o caso. "Disseram que eu era uma aproveitadora que vinha do vilarejo, pobre e queria ganhar um dinheiro em cima de alguém", conta. "Eu dizia que tinha sido estuprada e os policiais riam, não acreditavam, falavam que um caso desses não chegaria a lugar nenhum." Tentou mais cinco vezes dar queixa, sem sucesso.

Depois do estupro de Nirbhaya, Karuna foi a uma das centenas de manifestações em Déli. Lá, conheceu uma mulher de uma ONG, que foi com ela à delegacia. "Provavelmente porque havia pressão popular, finalmente registraram a queixa."

Shyam e sua mãe foram detidos no fim de dezembro. "Achei que finalmente ia conseguir justiça." Alguns dias depois, uma policial chamou Karuna à delegacia.

"Ela disse que tinha um negócio a me propor: se eu retirasse a queixa, ele prometia casar comigo, ou então eles me dariam 150 mil rúpias (US$ 2.770), que eu teria de dividir com a policial, para retirar a queixa. Eu disse não. Disse que queria justiça."

Estima-se que só 1 em cada 50 casos de estupro sejam levados à polícia. Desses, só 26% resultam em condenação --cerca de 0,5% do total.

'MORTES POR DOTE'

Segundo Pulkit Sharma, psicólogo especializado em vitimas de estupro, na sociedade indiana as mulheres são encaradas como meros objetos para satisfazer às necessidades do homem.

Para a ativista Shazia Ilmi, a desvalorização da mulher começa na cultura do dote e da seleção sexual. Para casar as filhas, os pais precisam pagar um dote aos futuros maridos, o que muitas vezes é um enorme peso financeiro.

Em 2012 houve 8.618 "mortes por dote" --assassinatos de mulheres quando não há pagamento do dote ou o valor é considerado muito baixo e o homem quer casar de novo e obter um dote maior.

A seleção sexual, embora proibida na Índia, também é prevalente. Abortar fetos femininos é muito comum. A Índia proíbe os médicos de informar aos pais o sexo da criança após exames, mas muitos casais de classe média vão para a Tailândia fazê-los e depois realizam abortos.

Em 2011, havia na Índia 623.724.248 homens e 586.469.174 mulheres. Para cada 1.000 bebês homens, nasciam 914 meninas.

As mulheres em Déli, considerada a capital do estupro, não andam sozinhas depois que escurece. É muito comum serem apalpadas nos ônibus e metrôs."Meus pais não me deixam sair sozinha depois que escurece, e ando sempre com spray de pimenta e estilete para me defender", diz a estudante Tanya Gupta, 18.

Madhu Mehra, diretora executiva da ONG Partners for Law in Development, luta para que a Índia adote uma política de "tolerância zero" para crimes contra mulheres. Hoje, a pena mínima para estupro é de sete anos, mas pode ser reduzida pelo juiz.

Algumas vezes, nos veredictos, o juiz diz que a vagina da vítima não estava muito ferida e, por isso, ela estava habituada a sexo e não pode ter sido estupro. Só nos casos de estupro seguido de assassinato com crueldade, "os mais raros dos raros", está prevista a pena de morte.

Mas qualquer agressão sexual contra mulher que não envolva penetração é considerada "ultraje à decência", uma lei anacrônica do tempo colonial, e prevê pena de apenas dois anos.

Práticas comuns de humilhação de mulheres na Índia, como jogar ácido no rosto e despir e bolinar mulheres em público, são "ultraje à decência".

Em 2012, uma menina de 16 anos foi despida por dez homens, que desfilaram com ela nua pelas ruas de Guwahati por 45 minutos e a bolinaram em público. Um repórter filmou tudo, e o vídeo foi parar na internet. Os homens foram condenados a dois anos, mas recorrem e ainda podem se livrar da prisão.

"Precisamos sinalizar que qualquer intimidação à mulher é inaceitável", diz Mehra.

REAÇÃO VIOLENTA

O governo formou comissão para estudar mudanças na lei, entre elas criação de mais tribunais "rápidos" para crimes contra a mulher e adoção de penas mais duras.

"Mas é preciso mudar a cultura. As mulheres agora trabalham, usam roupas ocidentais, e os homens não aceitam isso. Há uma reação violenta", afirma Mehra.

A própria reação dos políticos e figuras públicas após o estupro de Nirbhaya demonstra o machismo da sociedade indiana.

"A vítima é tão culpada quanto os estupradores. Ela deveria ter chamado os agressores de irmãos e implorado para eles pararem", disse o guru Asaram Bapu.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Você Sabia? Café mais caro do mundo é produto da crueldade contra animais

CONHECIDO COMO "KOPI LUWAK" OU "CAFÉ CIVETA"




Por Noelia Gigli (da Redação – EUA)

O café mais caro do mundo é feito de fezes. Abusos e crueldades praticados contra animais em seu processo de produção foram recentemente denunciados por grupos de proteção aos animais.



Civeta confinada em fazenda de café na Sumatra (Foto: guardian.co.uk)


Kopi Luwak, ou civeta café, é produzido principalmente na Indonésia a partir de grãos de café excretados pelas civetas asiáticas – criaturas pequenas, parecidas com gatos encontrados no sudeste asiático.

A marca passou por uma recente onda de popularidade, devido a uma aparição memorável no filme de 2007 The Bucket List, aumentando seus preços para $230 (£145) o kilo. Kopi Luwak se espalhou pelos EUA e Europa; uma loja de Londres, no ano passado, anunciou que irá cobrar dos clientes £ 70 por um copo.

Mas seu preço alto encobre uma cadeia de crueldades contra animais.

O jornal The Guardian visitou uma loja de café em Medan, na ilha indonésia de Sumatra, onde uma cevita fêmea foi mantida em uma jaula apertada na parte de trás das instalações. Ela foi separada de sua prole e colocada em uma gaiola bem pequena. O local tem mais de 20 gaiolas escondidas no telhado da loja.

Grupos de proteção animal afirmam que um número crescente de “fazendas” de cevitas estão surgindo em todo o sul da Ásia, onde dezenas de milhares de animais são confinados para viver em gaiolas minúsculas e alimentados à força por uma dieta debilitante. A cevita asiática é uma espécie “comum”, mas conservacionistas afirmam que espécies relacionadas,  exploradas para esse tipo de atividade, estão sob ameaça de extinção. O binturong, outra espécie de gato utilizada para produzir Kopi Luwak, é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza como “vulnerável”.

Os animais são alimentados quase que exclusivamente com grãos de café, que eles excretam. As enzimas do estômago ajudam a produzir um feijão que é lavado e torrado para criar um café que posteriormente é elogiado por seu suave sabor caramelo.

“As condições são terríveis, muito parecidas com as de galinhas confinadas para o consumo e abate”, disse Chris Shepherd, diretor regional adjunto da ONG Traffic South-east Asia. “As civetas são retiradas do meio natural e têm de suportar condições horríveis. Elas lutam para ficar juntas, mas são separadas e têm de suportar uma dieta muito pobre em gaiolas muito pequenas.”

“Existe uma elevada taxa de mortalidade e, para algumas espécies de civetas, um real risco de extinção. É uma espiral fora de controle. No entanto, não há sensibilização por parte das pessoas com relação à crueldade  implícita na produção desse café. As pessoas precisam estar cientes de que dezenas de milhares de civetas estão sendo mantidas em tais condições. Se elas soubessem, deixariam de consumi-lo”, declarou Chris.






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Fala Danilo Gentili







Eu sou fã desse cara, e você?

Campanha "Pela preservação da cultura indígena na Aldeia Maracanã!"


 - veja o vídeo


Aldeia Maracanã from Agencia Olhares on Vimeo.



Índia na Aldeia Maracanã
Índia na Aldeia Maracanã

O site Panela de Pressão criou uma campanha pela proteção e preservação da Aldeia Maracanã e principalmente pelo direito dos índios de viver naquela região. Veja abaixo o vídeo e o texto da campanha e entenda ainda mais da situação atual dos índios brasileiros.Temos pouco tempo pra garantir a preservação de parte importante da cultura indígena que ainda existe no Estado do Rio de Janeiro. A Aldeia Maracanã, que reúne dezenas de índios de diversas etnias no prédio do antigo museu do índio, ao lado do Estádio do Maracanã, está ameaçada de desaparecer com a decisão do governo de demolir o prédio centenário.

O governador Sérgio Cabral afirmou, durante uma cerimônia na manhã desta quinta-feira (18), que o governo do estado demolirá o antigo prédio do Museu do Índio, vizinho ao Maracanã, por conta dos preparativos para a Copa do Mundo. Na ocasião, Cabral justificou a decisão por uma determinação da FIFA: "O Museu do Índio, perto do Maracanã, será demolido. Vai virar uma área de mobilidade e de circulação de pessoas. É uma exigência da Fifa e do Comitê Organizador Local."


Cacique Carlos Tukano pretende o adiamento da remoção
Cacique Carlos Tukano pretende o adiamento da remoção



Batalha jurídica deve selar destino de índios da aldeia 
Maracanã


Caio Quero
Da BBC Brasil no Rio de Janeiro


De um lado está o governo do Estado do Rio de Janeiro, que pretende demolir o prédio como parte do projeto de modernização do estádio do Maracanã para a Copa de 2014. Do outro estão indígenas e movimentos sociais, que defendem a preservação do imóvel e o direito dos índios de permanecer na área, rebatizada por eles de aldeia Maracanã.

A questão promete seguir para outras instâncias. A Defensoria Pública do Estado obteve uma decisão judicial que obriga o governo a cumprir diversos requisitos no caso do despejo dos índios.
Ao mesmo tempo, na esfera federal, defensores públicos da União prometem levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

De acordo com o defensor público federal Daniel Macedo, o órgão pretende questionar no STJ decisão tomada em novembro pela Justiça Federal do Rio, que cassou duas liminares que impediam a demolição do prédio e a retirada dos índios do local.

"A defensoria vai tentar ganhar mais tempo agora para recorrer da decisão da presidência do tribunal. A gente vai tentar interpor algum recurso para o Superior Tribunal de Justiça", disse Macedo à BBC Brasil. Segundo ele, a medida já deve ser tomada nesta semana.

Disputa
Após meses de disputa, a tensão a respeito do destino do terreno se intensificou no último sábado, quando homens do Batalhão de Choque cercaram a entrada do prédio. O líder da comunidade, cacique Carlos Tukano, afirmou que os índios resistiriam de maneira pacífica a uma eventual desocupação.

Índios querem permanecer em área que é parte do projeto de modernização do Maracanã
De acordo com a Defensoria Pública da União, que estava presente no local, no entanto, o governo não possuía um mandado de imissão de posse, necessário para que os policiais entrassem no imóvel, e, após um cerco de quase 12 horas, os homens da tropa de choque deixaram o local sob aplausos dos indígenas e seus apoiadores.

Ainda na noite de sábado, a Defensoria Pública do Estado do Rio obteve uma decisão que impede que a desocupação seja feita sem autorização judicial ou a presença de órgãos de assistência social e da Secretaria de Justiça. Além disso, o governo teria que garantir que os bens dos moradores sejam encaminhados para um depósito público.

"Aquele cenário que aconteceu no sábado não pode se repetir. Era a polícia de choque, sem ordem judicial, em uma postura de intimidação", disse à BBC Brasil o defensor público estadual Eduardo Newton.
Para o defensor público federal Daniel Macedo, a decisão da Justiça estadual vai dar mais tempo para que outras medidas contra a demolição e desocupação do local sejam tomadas.

"Isso vai fazer com que a Defensoria Pública federal ganhe mais tempo, porque o Estado não vai ter tempo de se estruturar com a decisão da Justiça estadual", disse Macedo. "A ideia é tentar forçar o Estado a desistir (de demolir) o Museu do Índio e tentar preservar."

Ocupação
Construído em 1862, o edifício onde agora fica a Aldeia Maracanã abrigou o antigo Serviço de Proteção ao Índio – fundado pelo marechal Cândido Rondon em 1910 – e o Museu do Índio. Desde 1978, no entanto, o prédio ficou abandonado e foi ocupado em 2006 pelos membros da aldeia Maracanã.
Em outubro do ano passado, o governo estadual formalizou a compra do terreno, que pertencia à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão ligado ao Ministério da Agricultura.

Atualmente, cerca de 60 índios moram no local, entre eles 40 adultos e 20 crianças. A aldeia abriga índios de diversas etnias, entre elas, pataxós, tukanos, apurinãs e guajajaras. Segundo Carlos Tukano, um dos líderes da comunidade, o clima no local é de apreensão. "Não está tão tranquilo. Ninguém sabe o que vai acontecer".

'Precisamos de espaço digno', diz um dos indígenas que o ocupam o antigo Museu do Índio (foto)
Apesar de desejarem permanecer no local, Tukano diz que os índios estão abertos a negociações, mas afirma que, até agora, não foram procurados pelo governo para dialogar.

"A gente pode sentar e conversar. Fazemos um trabalho cultural aqui desde 2006, desde que chegamos. Isso eles têm que respeitar e, para isso, nós precisamos desse espaço ou outro espaço digno."
Cadastro e remoção

Por meio de uma nota, o governo do Estado do Rio de Janeiro afirmou que representantes da Emop (Empresa de Obras Públicas) e da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos estiveram no antigo Museu do Índio para cadastrar os moradores do local para realizar a remoção.

"Há um processo de negociação e cadastramento das pessoas que estão no prédio feito através da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos", diz o comunicado."A demolição do prédio do ex-Museu do Índio integra o projeto de modernização do complexo do Maracanã, sendo parte importante na questão da mobilidade."

Ainda segundo a nota, "o Estado tem a posse do imóvel para entrar no ex-Museu do Índio", e a operação do sábado foi para "atualizar os contatos com as pessoas que estão no prédio, de forma que, durante a semana, seja finalizado o cadastro social e haja remoção das pessoas e, logo que possível, a demolição do prédio".

As obras do Maracanã devem ser finalizadas em abril, com a formalidade de entrega do estádio à Fifa prevista para o dia 28 de maio.





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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Idoso morre e deixa doação de 1,5 milhões para abrigos de animais


Por Amary Nicolau (da Redação – Canadá)


Sylvester Czopek em foto tirada em 2011 (Foto: Joliet veterans)


Um homem morreu e deixou mais de 1,5 milhão de dólares para ajudar abrigos que não matam animais em Illinois, nos EUA. As informações são do site Examiner.

Sylvester Czopek morreu em outubro de 2011, aos 84 anos. E antes dele morrer, deixou pessoas de sua confiança cuidando para que sua vontade fosse cumprida.

Agora o dinheiro está finalmente sendo entregue para os abrigos. Um total de cinco abrigos tem recebido partes da herança.

Conhecidos de Czopek disseram que ele nunca se casou e viveu uma vida solitária. Seu patrimônio foi adquirido ao longo do tempo comprando e vendendo propriedades e por meio de herança de seus irmãos que morreram antes dele.







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Adolescente que se suicidou após punição de treinador recebeu de 30 a 40 tapas no rosto Pais da vítima pedem sanção justa ao professor



- ipcdigital.com

Os pais de um adolescente de 17 anos que se suicidou em Osaka depois de ter sido castigado fisicamente pelo seu técnico de basquetebol disseram que ele foi esbofeteado no rosto de 30 a 40 vezes um dia antes de tirar a própria vida, informou o Mainichi Shinbum.
O agressor foi “longe demais”, declarou o pai, que pediu uma sanção justa ao professor e entendimento ao drama de seu filho que o conduziu ao ponto de suicidar-se. A vítima, que estava estudando em uma escola secundária, foi encontrada enforcada em sua casa em 23 de dezembro.
Segundo a versão dos pais, cinco dias antes do suicídio, o garoto chegou em casa com os lábios ensanguentados, dizendo que foi esbofetado 10 vezes pelo técnico. O adolescente era capitão da equipe, mas desejava renunciar a liderança do time. Não o fez porque temia perder a confiança de seus companheiros, de acordo com sua mãe.
Em 22 de dezembro, um dia antes de sua morte, o adolescente relatou à mãe que o treinador havia dado de 30 a 40 tapas em seu rosto durante um treinamento. Depois disse que iria para o quarto estudar, o que para ela pareceu estranho, pois suas provas já haviam terminado. A mãe lamento em delcarações aos meios de comunicação não ter tido mais tempo para ouvir o filho.
Dois professores da escola onde o jovem estudava sabiam que o treinador estava judiando do adolescente, mas não fizeram nada porque “essa era sua forma de treinamento”. Ambos foram alunos do agressor.





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Estudante de 17 anos se suicida após ser agredido por treinador

Aluno foi esbofeteado várias vezes pelos erros que cometeu durante treinamento de basquetebol





- ipcdigital.com

Um adolescente de 17 anos se suicidou após ter sido agredido pelo seu treinador de basquetebol, informou o jornal Yomiuri. Um dia antes de sua morte, o jovem, que estudava numa escola preparatória de Osaka, levou tapas no rosto pelo instrutor de 47 anos.

O estudante deixou uma nota expressando seu sofrimento pelo castigo recebido. O agressor admitiu ter golpeado o rapaz. No entanto, o superintendente do conselho de educação da cidade de Osaka, declarou que não foi possível estabelecer uma ligação definitiva entre a agressão e suicídio.

Disse ainda que "avaliando o caso com seriedade. O castigo corporal não deve ser tolerado”. O falecido era capitão da equipe de basquetebol desde setembro de 2012 e a nota de suicídio revelou o quanto ele havia sido afetado pela agressão e a dificuldade de lidar com sua responsabilidade como líder.

O jovem foi encontrado pendurado no segundo andar de sua casa em 23 de dezembro. Um dia antes, foi esbofeteado várias vezes pelo técnico por cometer erros durante um treinamento. O treinador trabalha na escola faz 18 anos e a diretoria tinha informações de que ele aplicava castigos físicos. Apesar disso, a escola argumentou que nenhum caso havia sido relatado até então.





























Boeing 787 faz aterrissagem de emergência no sul do Japão




Foi a sexta avaria registrada em uma das aeronaves da empresa americana Boeing desde 7 de janeiro

- Efe

Um Boeing 787 da All Nippon Airways (ANA) teve de fazer uma aterrissagem de emergência nesta quarta-feira (horário local) no aeroporto da cidade de Takamatsu, no sul do Japão, após ter sido detectada fumaça na cabine. O incidente não deixou feridos, confirmou à Agência Efe um porta-voz do Ministério dos Transportes, que indicou que o avião, que voava com 129 passageiros entre Tóquio e Ube, se desviou de sua rota e aterrissou às 8h45 locais (21h45 de Brasília), 35 minutos depois da decolagem.

O piloto do voo e as autoridades aeroportuárias confirmaram que os indicadores da cabine detectaram um problema em uma das baterias do avião.

Essa é a sexta avaria registrada em uma dessas aeronaves da empresa americana Boeing desde 7 de janeiro. Todos os aviões afetados pela série de erros desses últimos dez dias são operados pelas duas maiores companhias aéreas japonesas, a ANA e a JAL, as principais compradoras desse modelo.

As duas companhias, que possuem 24 aviões Boeing 787 Dreamliner, quase metade dos 49 operacionais no mundo todo, realizaram revisões das baterias e dos condutores de combustível de suas frotas sem detectar anomalias. A série de erros fez com que o Departamento Federal de Transporte dos EUA ordenasse em 11 de janeiro uma "inspeção a fundo" tanto do desenho da aeronave como do processo de produção.

A americana Boeing entregou o primeiro modelo 787 Dreamliner há 15 meses, e atualmente oito companhias diferentes repartem as 49 aeronaves operacionais.



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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A Toyota mais uma vez desbanca a General Motors do topo como fabricante de automóveis que mais vende no mundo




Toyota volta ao topo do mundo nas vendas de carros, depois de dois anos.


Costa Concordia: Memorial para os náufragos




Um memorial sombrio no mar para as vítimas do Costa Concordia. Um ano depois; o navio de cruzeiro naufragou na Itália - matando 32 pessoas - sobreviventes e parentes dos mortos se reúnem para lembrar o desastre. Eles embalado a bordo deste barco - que circulou o transatlântico de luxo -. algumas flores foram jogandas no mar. Um serviço memorial foi também realizada na pequena cidade de Giglio, perto de onde o Costa Concordia encalhou. Entre os participantes da cerimônia estavam os parentes de um homem francês que morreu no naufrágio. "É difícil, é difícil de ver estas imagens novamente", disse um familiar. "É muito difícil de lembrar. Há muita dor." Durante o culto da igreja, um padre também fez uma oração para as famílias das vítimas.








Em restaurante chinês, robôs servem os clientes, lavam louça e até cozinham



Em restaurante chinês em Harbin, na província de Heilongjiang, 'emprega' 20 robôs, que trabalham em turnos de até cinco horas (este é o tempo de duração da bateria, que precisa ser recarregada por duas horas). Os humanoides levam comida até as mesas, servem bebidas, cozinham e também lavam louça. Com altura entre 1,3 e 1,6 metro, eles usam dez expressões para se comunicar com os clientes e também sabem cantar. Funcionários humanos usam computadores para controlar os robôs. O restaurante do chef Liu Hasheng foi inaugurado em junho do ano passado. Sheng Li/Reuters













Eu vi no http://tecnologia.uol.com.br/

Seminário Guia de Carreiras em Suzuka















Leia mais em: http://mie.portalmie.com/agenda-arquivos/seminario-guia-de-carreiras-em-suzuka/index.html

domingo, 13 de janeiro de 2013

Três anos após terremoto tragédia haitiana ainda não chegou ao fim




Lucy Rodgers
Da BBC News

Três anos após terremoto a tragédia segue no Haiti
Três anos após terremoto a tragédia segue no Haiti


Muitos ainda vivem em barracas temporárias, como estas, ao lado da destruída catedral de Porto Príncipe
Três anos após o devastador terremoto que arrasou o Haiti, o escritório especial da ONU para o país caribenho revela que pouco do dinheiro de ajuda humanitária chegou diretamente ao governo e às organizações locais.

Na tarde de 12 de janeiro de 2010, quando a terra tremeu sob a capital Porto Príncipe, rapidamente evidenciou-se a escala épica da destruição. Muitas das frágeis construções haitianas simplesmente desintegraram, deixando 200 mil mortos e mais de 2 milhões de desabrigados.

As cenas de sofrimento humano comoveram o mundo e levaram muitos a doar vastas somas para a ONU, entidades internacionais e ONGs.

Cerca de US$ 9 bilhões (R$ 18,3 bi) foram doados para a assistência humanitária - US$ 3 bilhões dados por indivíduos e empresas privadas e US$ 6 bilhões por governos e instituições globais (conhecidos como doadores bilaterais e multilaterais), segundo o escritório do enviado especial da ONU ao Haiti (OSE, na sigla em inglês).

Mas o que a própria OSE se pergunta é por que menos de 10% desses US$ 6 bilhões de doadores públicos chegaram ao governo haitiano, e por que menos de 1% foi dado às organizações locais.
Doações externas ao Haiti
Entre janeiro de 2010 e junho de 2012, segundo dados do Escritório Especial da ONU ao Haiti:
Total: US$ 9,04 bilhões. Sendo US$ 3 bi de doadores individuais e empresas e US$ 6 bi de doadores bilaterais e multilaterais, como governos

Desses US$ 6 bi, apenas 9,6% foram para o governo haitiano e 0,6% para organizações haitianas
"Instituições públicas foram muitas vezes deixadas de lado, (preteridas em relação a) organizações bem-intencionadas, que correram para prestar serviços de emergência", afirma o vice-enviado especial Paul Farmer, em um relatório da OSE. "Muitos montaram caras clínicas temporárias, enquanto instituições públicas não tinham fundos suficientes para pagar os salários de seus médicos e enfermeiras."
"Nossa experiência no Haiti nos faz lembrar que, quando se trata de dinheiro para ajuda, onde e como gastamos é igualmente importante ao quanto gastamos", ele conclui.

Relutantes
O relatório sugere que as preocupações quanto à corrupção e à fraqueza das instituições haitianas deixaram doadores internacionais relutantes em enviar dinheiro diretamente a organizações do país, preferindo instituições externas.

Mas os autores do texto opinam que, em vez de escantear o governo haitiano, os doadores deveriam ter feito mais para ajudá-lo a liderar os esforços de resgate. A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho no Haiti diz que as conclusões do relatório devem servir para um debate. "O governo precisa ter mais controle sobre mais recursos", opina Alex Claudon, representante da ONG no Haiti.

Resposta do governo foi melhor no caso dos furacões Isaac e Sandy, dizem observadores
Mas ele ressalta que a situação está "visivelmente" melhorando. "O governo está liderando. Vimos isso durante a tempestade de furacões, com a chegada do Sandy. O sistema nacional está fazendo o que pode para liderar a resposta internacional."

O Programa de Desenvolvimento da ONU (UNDP) concorda que a liderança nacional está se fortalecendo. Mas sua diretora-sênior no Haiti, Sophie De Caen, diz que é importante lembrar que o país - de histórica instabilidade política e pobreza extrema - ficou seriamente danificado pela tragédia de 2010. Muitos funcionários do governo perderam suas vidas.

"O governo estava muito enfraquecido imediatamente após o terremoto, em parte por causa da morte de servidores", ela explica.

Progresso lento
A prioridade, agora, é dar ao governo capacidade de liderar. Para alguns, ele já deu um bom exemplo ao responder mais rapidamente aos furacões Isaac e Sandy em 2012.

"Foi um sucesso para o governo ter liderado nessas iniciativas", diz De Caen. "Nossa preferência é sempre ter liderança governamental, mas ainda há um longo caminho a percorrer para ter os sistemas (estatais) funcionando corretamente, e isso leva tempo."

Para muitos, porém, o progresso no Haiti tem sido lento, apesar dos bilhões de dólares em ajuda.

Palácio presidencial destruído após tremores; muitos doadores preferiram doar a ONGs que ao governo
Cerca de 358 mil pessoas permanecem em abrigos temporários com pouco acesso a saneamento, saúde e educação, segundo a organização Oxfam.
E o governo canadense, frustrado com a lentidão, recentemente anunciou que vai rever suas contribuições ao Haiti.
Ao mesmo tempo, quem trabalha na ajuda ao país lembra das duras condições enfrentadas em janeiro de 2010.
"É preciso colocar as coisas em contexto e lembrar de Porto Príncipe três anos atrás. A destruição foi total, e depois veio a (epidemia) de cólera", diz Claudon, da Cruz Vermelha.

Os que continuam atuando no Haiti insistem que houve progresso desde então. Cerca de 80% dos destroços do terremoto foram limpos, parte deles usada para reconstruir casas e vias.
Parte dos abrigos temporários foi fechada, e mais de 53 mil pessoas puderam voltar a seus antigos bairros graças a subsídios e investimentos em serviços.

Outra razão para esperança, segundo De Caen, é o aumento na frequência escolar e o progresso ambiental (plantio de árvores e contenção de margens de rios).

Já Claudon espera que, no quarto aniversário do terremoto, outro avanço possa ser comemorado: "Nossa maior esperança é que não haja mais ninguém morando em barracas até o ano que vem", diz ele.










Eu vi no http://www.conexaojornalismo.com.br/

Homem canibal é executado na China

Do O Dia


Canibal chinês é executado nesta quinta-feira
Canibal chinês é executado nesta quinta-feira


Um homem chinês acusado de assassinar suas vítimas, cortá-las em pedaços e depois vender carne humana na China, foi executado nesta quinta-feira, segundo a imprensa chinesa. Um tribunal local considerou o serial killer culpado por assassinar 11 pessoas.

Zhang Yongming, de 57 anos, ficou conhecido como o "Monstro Canibal". Ele vendia as carnes das vítimas para os moradores como carne de avestruz numa cidade do sudoeste da China. Os consumidores por sua vez, não sabiam de nada e acabavam comprando o produto.

Ao invadir a casa de Zhang, a polícia encontrou globos oculares humanos dentro de garrafas com vinhos e vários pedaços de carne humana expostos para secar.

Em relatório anterior, Zhang, que foi preso por assassinato e liberado em 1997, foi novamente julgado e desta vez condenado à morte por um tribunal da cidade de Kunming, em julho.







Eu vi no http://www.conexaojornalismo.com.br/

Cresce população de leões-marinhos ameaçados nas Ilhas Galápagos


Leve alta na quantidade de espécimes foi registrada em 2012.
Censo foi realizado pelo Parque Nacional de Galápagos, no Equador.



Da France Presse

leão-marinho-das-Galápagos (Foto: Charlesjsharp/Creative Commons)
Exemplares de leão-marinho-das-Galápagos (Foto: Charlesjsharp/Creative Commons)

A população de uma espécie endêmica do leão-marinho-das-Galápagos (Zalophus wollebaeki) que habita a ilha San Cristóbal, uma das principais do arquipélago de Galápagos, no Equador, se manteve estável ao apresentar um pequeno crescimento -- de 1.398 em 2011 para 1.496 em 2012, informou nesta semana o Parque Nacional de Galápagos (PNG).
A reserva divulgou comunicado informando que um censo em San Cristóbal "reflete a estabilidade da população" de leões-marinhos, cuja espécie está incluída na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) devido ao risco de desaparecer da natureza.
Segundo a fonte, o censo foi realizado entre as dez maiores colônias dos mamíferos nesta ilha para "saber o estado atual das populações. O parque de Galápagos destacou ainda que em 2012 foi elaborado um plano de manejo para a conservação desses animais em San Cristóbal com o objetivo de assegurar a manutenção e recuperação de sua população, "prevendo e evitando impactos do homem diretos e indiretos".
Há trinta anos, o arquipélago de Galápagos foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco por sua flora e fauna únicas no mundo. As ilhas, cujo nome se inspira nas tartarugas gigantes que vivem ali, serviram de laboratório para o cientista inglês Charles Darwain, autor da teoria sobre a evolução das espécies.





Eu ví no http://g1.globo.com/natureza/

População de atum valioso caiu 96% no norte do Pacífico, diz pesquisa


Atum-rabilho corre risco de extinção devido à pesca predatória.
Valor elevado dificulta proteção; peixe chega a custar milhões de reais

Atum-raqbilho corre risco de extinção no Pacífico (Foto: AP)

Nove em cada dez peixes são capturados ainda
jovens, antes que possam reproduzir (Foto: AP)




A espécies de atum Thunnus orientalis, muito valorizada pelos amantes do sushi, viu sua população cair 96% no norte do Oceano Pacífico desde que passou a ser pescado, aponta um levantamento de um comitê internacional destinado ao estudo desse peixe naquela região. As informações são do Pew Environment Group, organização sediada nos EUA.
O relatório aponta que cerca de 90% dos exemplares pescados atualmente consiste em peixes jovens, que ainda não reproduziram. Isso significa que os peixes retirados do mar no Pacífico podem ser a última geração da espécie.

Na semana passada, um atum  foi vendido no Japão por mais de R$ 3,3 milhões, o que reflete sua raridade e a demanda contínua por sua carne, vendida a preços elevados em toda a Ásia e em alguns restaurantes ocidentais.
Atum mais valioso (Foto: REUTERS)

Atum vendido por R$ 3,3 milhões no Japão; valor comercial do peixe dificulta a proteção da espécie.
(Foto: REUTERS)


A espécie é considerada pelos cientistas como um dos habitantes mais bem-sucedidos da natureza no oceano. Ele é o maior dos atuns e está no topo da cadeia alimentar, com alguns poucos predadores naturais. Mas o advento de métodos de pesca industrial e gosto para a espécie entre os ricos adoradores do sushi deixaram o peixe à beira da extinção.De acordo com a pesquisa, se as tendências atuais continuarem, a espécie será extinta em breve no Oceano Pacífico e os corpos congelados e mantidos em alguns armazéns asiáticos serão seu último suspiro.
Para Amanda Nickson, diretora da Campanha Global de Conservação do Atum do Pew Environment Group, medidas urgentes precisam ser tomadas para preservar as populações existentes e permitir a recuperação da espécie. "Hoje, a população desse atum do Pacífico é uma pequena fração do que costumava ser e corre perigo de desaparecer", disse ela.Segundo ela, as principais frotas de pesca do peixe provêm do Japão, México, Coreia do Sul e Estados Unidos. O elevado valor dos poucos peixes restantes é um incentivo adicional aos pescadores para caçar o último da espécie, já que um único exemplar pode tornar rico quem o encontrou.
Por anos, a proteção à espécie e a regulação da pesca desse peixe foi negligenciada. Mas, nos últimos anos ficou claro que ele está em perigo, por conta da pesca predatória e da sua própria biologia - por ser maior do que os demais atuns, a espécie leva mais tempo para chegar à maturidade sexual, o que limita sua capacidade reprodutiva e o torna mais vulnerável à pesca industrial.

"Esta avaliação mostra o quão ruim é a situação para este predador. Por ter um valor mercadológico elevado, ele vem sendo explorado em quase todas as fases do seu ciclo de vida. A pesca continua nas áreas de desova da espécie tornam a atividade predatória”, afirma Nickson.




Eu ví no g1.globo.com/natureza

Ex-caçador se torna defensor ativo contra caça de golfinhos no Japão

Por Daniela Yjichi e Douglas Ribeiro (em colaboração para a ANDA)*




Foto: Divulgação

Izumi Ishii, é japonês, nascido em uma pequena vila chamada Futo, na província de Shizuoka, Japão. Ele é a terceira geração de uma família de caçadores de golfinhos, consequentemente ele também foi caçador por anos. Futo em uma das vilas onde a caça desses animais começaram, na qual desde 2005 não se realiza mais essa prática, foram os caçadores dessa região que ensinaram aos caçadores de Taiji como caçar esses animais.

Por muitos anos eles mataram milhares de golfinhos e capturaram dezenas deles para serem vendidos a aquários, até que um dia por contato com um dos golfinhos que ele “despertou” e viu que era errado o que fazia. Izumi se deu conta disso quando viu que um dos golfinhos que ele estava caçando tinha lágrimas em seus olhos, e ele pensou consigo mesmo, não posso mais continuar fazendo esse trabalho e desde então Izumi parou com essa atividade. Em meados de 2002 ele criou um negócio próprio para se manter e ao mesmo tempo ajudar os golfinhos e baleias, agora ele realiza passeios ecoturísticos na costa de Futo.


Hoje em dia, além de ter seu negócio de observar os golfinhos e baleias na região de Futo ele também é um defensor ativo contra a caça desses animais em Taiji, aconselhando os caçadores a largar essa atividade cruel e fazer o mesmo que ele faz nos dias de hoje, apreciar a beleza desses animais em seu habitat natural. 
Infelizmente, depois dessa caça descontrolada da região, muitas espécies de golfinhos já não passam mais por lá, como os golfinhos listrados, os golfinhos pintados pantropicais e os golfinhos nariz-de-garrafa. Ele diz que quando largou essa atividade, muitos pescadores e caçadores da região excluíram ele do meio social, mas ele jamais desistiu de lutar pelos golfinhos e baleias e promove os passeios eco turísticos como meio de sobrevivência, mostrando que a caça não é necessária.

Hoje, depois do grande terremoto seguido de maremoto de Tohoku em 2011 seu negócio caiu bastante, amigos ao redor do mundo ajudam a promover seu maravilhoso trabalho para que as pessoas não deixem de visitar o Japão e que possam como ele fazer um dos lindos passeios pela costa de Futo e desfrutar da beleza da Natureza que essa região tem a oferecer.






Ajude Mr. Izumi a dar continuidade em seu trabalho de tornar os golfinhos o animal símbolo dos oceanos e mostrando aos caçadores de Taiji que o Turismo é a melhor solução, participe e divulgue a seus amigos e familiares japoneses ou turistas sobre os passeios de observação de Futo!



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