Maravilha$ por ae...
sábado, 12 de maio de 2012
Na Coreia do Sul, monges são flagrados bebendo e jogando pôquer
Seis líderes da maior ordem budista da Coreia do Sul se desligaram da instituição depois que filmagens secretas mostraram monges jogando pôquer com altas apostas, bebendo e fumando.
O escândalo ocorre poucos dias antes de os coreanos celebrarem um feriado nacional pelo nascimento de Buda, o dia mais sagrado no calendário da religião.
Reprodução/The Telegraph
Monges da Coreia do Sul são flagrados bebendo e jogando pôquer; veja vídeo do "Telegraph"
O chefe da ordem Jogye --que tem por volta de 10 milhões de seguidores, ou cerca de um quinto da população-- fez um pedido público de desculpas nesta sexta-feira, prometendo "auto-arrependimento".
Redes sul-coreanas de TV transmitiram as imagens dos monges jogando pôquer --alguns deles fumando e bebendo-- depois de se reunirem em um hotel de luxo à beira de um lago no final de abril para o funeral de um monge.
"As apostas para 13 horas de jogo eram de mais de 1 bilhão de wons (US$ 875.300 )", disse Seongho, um monge sênior que usa apenas um nome, à Reuters nesta sexta-feira.
Ele disse que relatou o incidente a promotores.
Jogar fora de cassinos licenciados e pistas de corridas de cavalos é ilegal na Coreia do Sul e desaprovado pelos líderes religiosos.
"Basicamente, as regras budistas dizem para não roubar. Olhe para o que eles fizeram, eles abusaram de dinheiro de budistas para jogar", disse Seongho.
O comportamento dos monges --supostamente abstêmios-- levou à especulação da mídia coreana de uma divisão de poder dentro da ordem.
Seongho disse que obteve um pen drive com o vídeo de uma câmera escondida no hotel. Ele não informou quem era sua fonte por causa de recentes ameaças feitas contra ele.
Texto Folha.com
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Brasileiro ajuda senhora que estava sendo assaltada e vira herói na China
O governo está fazendo uma campanha nacional para aumentar a solidariedade. E o caso protagonizado pelo gaúcho Mozer Rhian Oliveira serviu de exemplo para mostrar como os chineses devem agir
Um brasileiro virou herói na China. O que ele fez já seria notícia em qualquer lugar do mundo: impediu um assalto, mas o caso se transformou em um debate nacional.
O gesto não é nada comum no país, e os próprios chineses reconhecem. O governo está fazendo uma campanha nacional para aumentar o número de bons samaritanos. E o caso protagonizado pelo gaúcho Mozer Rhian Oliveira serviu de exemplo para mostrar como os chineses deveriam começar a agir.
O repórter Roberto Kovalick conversou com Mozer por telefone. Ele está em casa ainda se recuperando dos ferimentos que sofreu ao enfrentar três ladrões que queriam roubar a bolsa de uma mulher, um gesto heróico no meio de uma multidão indiferente. Mais de 50 pessoas assistiram à cena e só o brasileiro teve coragem de fazer alguma coisa.
O caso aconteceu na semana passada em Dongguan, no sul da China, a mais gaúcha cidade do país. Mais de três mil brasileiros moram lá, a maioria vinda do Rio Grande do Sul para trabalhar na indústria calçadista.
Mozer, de 27 anos, é um deles. Os chineses ficaram realmente agradecidos pela coragem do brasileiro. Ele recebeu uma placa, um prêmio equivalente a R$ 12 mil e muitos cumprimentos. Ele está com um curativo na testa por causa dos 15 pontos que levou ao ser agredido com uma barra de ferro por um dos ladrões.
Mozer estava passando em uma rua quando viu um ladrão botando a mão na bolsa de uma mulher. “Eu corri e bati com o meu guarda-chuva nas costas dele. Quando eu vi que eram três, corri em direção ao prédio da academia. Eles me atingiram primeiro no braço com um cinto, com a fivela grande. No que eles me atingiram, eu vi uma placa grande com uma propaganda que estava no chão para me defender. No que eu levantei para me defender, não sei como eles bateram com a placa de ferro na minha cabeça”, conta.
Mozer diz que agiu por impulso, não se considera um herói e ainda está espantado com a notoriedade que ganhou por causa do gesto. “Ela me considera um herói, me considera um super-homem. Eu sou um cidadão normal, uma pessoa trabalhadora. Eu cumpri com as minhas obrigações de cidadão”, afirma.
Globo.com
Softbank e PayPal anunciam parceria no Japão
A operadora Softbank anunciou que fará parceria com a americana PayPal para lançcar um serviço de pagamento digital no Japão.
Cada empresa investirá ¥1 bilhão no projeto, que tem como principal alvo médios e pequenos varejistas, que não trabalham com cartões de crédito.
O sistema PayPal Here deve custar inicialmente ¥1. 200, além de taxa de 5% do valor de cada operação.
Portal Web News
Cinco brasileiros suspeitos de roubo são detidos
Cinco brasileiros residentes na província de Ibaraki foram detidos na quinta-feira, 10, sob a suspeita de cometerem roubo e outros crimes.
A operação foi um trabalho conjunto das polícias das províncias de Tochigi e Ibaraki, segundo o jornal Shimotsuke.
Na noite do dia 14 de março, o grupo teria roubado um carro de passeio do estacionamento de um apartamento da cidade de Moriya (Ibaraki). O veículo foi avaliado em ¥ 1, 51 milhão.
Fonte PortalMie
quinta-feira, 10 de maio de 2012
A Verdade Dói
Brasil
E quem sente essa dor é o povo Brasileiro, e hoje o Felipe Andreoli também sentiu um pouquinho,literalmente.
O jornalista e humorista do CQC fez
uma simples,porém verídica pergunta ao
ilústre deputado sr.Marcio
Reinaldo Moreira, se ele não achava injusto as pessoas que são
submetidas ao trabalho escravo ganharem tão pouco, enquanto os políticos
trabalham pouco e ganham muito?
A resposta do político cidadão foi um baita tabéfe na fuça do jornalista...Será que é por que contra fatos não há argumentos?
Eu cá me pergunto, se ele teve a
coragem de fazer isso em um jornalista em frente as câmeras, e por tão
pouco, o que ele não é capaz de fazer em outras circunstâncias e até
mesmo com o povo de sua cidade?
Ah, e a resposta dele em nota após a agressão foi a seguinte: ´´Agí por instinto´´
É meu Brasil Brasileiro, vamos rever conceitos e valores!!!
Mesmo com cargo público, mulheres se arriscam como domésticas nos EUA
Brasileiras mudam completamente o estilo de vida ao sair de sua terra natal
Emprego público, carteira assinada, férias, 13º salário. Uma vaga no funcionalismo público é o sonho de muita gente no Brasil. Mas para algumas brasileiras, que viveram experiências ruins como divórcio ou demissão, a melhor opção foi largar tudo aqui para recomeçar a vida nos Estados Unidos com um trabalho novo: o de domésticas.
As brasileiras que chegam aos EUA sem garantia de emprego acabam aceitando os mais diferentes tipos de trabalho informal. E serviços como de empregada doméstica acabam atraindo muitos brasileiros em Estados com grande concentração de compatriotas, como a Flórida.
Mas seja fazendo faxina ou cuidando de casa de família, elas não veem o menor problema em pegar em baldes e vassouras para ganhar a vida — e garantem que não sentem falta do trabalho que tinham no Brasil.
Segundo brasileiras entrevistadas pelo R7, uma empregada doméstica nos Estados Unidos ganha em média de 10 a 12 dólares por hora. Em uma semana, elas chegam a tirar de R$ 940,00 a R$ 1.090 (500 a 580 dólares), dependendo do tipo de trabalho realizado.
Gabriela (nome fictício), de 54 anos, mudou-se para a Flórida após se separar do marido. Ela é advogada formada e trabalhava na procuradoria do INSS, em uma cidade no interior do Rio de Janeiro.
Na Flórida há 13 anos, ela já fez todo tipo de serviço: como “help”, ajudando outras pessoas a fazer faxina, e como “living in”, morando em casa de família. Nesse período, Gabriela chegava a ganhar de 30 a 40 dólares, por faxina, e limpava de três a quatro casas por dia.
— As casas são imensas e eles têm mania de usar produtos muito fortes. Uma vez usei o “clorox” (marca de água sanitária) na casa de uma mulher e passei mal, minha garganta fechou. Eu não sabia o potencial do “clorox”, o cheiro é muito forte.
Sônia Cristina Gomes, de 50 anos, também se mudou para os Estados Unidos após uma separação.
Há 12 anos morando em Miami, ela garante que “é melhor fazer faxina do que trabalhar em banco”. Contratada por uma empresa de faxina, ela chega a limpar de três a quatro casas por dia.
— No banco eles pagam seis dólares a hora. [Aqui] eu recebo 12 dólares a hora.
No Brasil, Sônia era dona de casa e tinha um haras onde criava cavalos e cachorros. Quando se separou do marido, sua situação financeira piorou e ela começou a pensar em ir morar no exterior. Dois anos e meio após a separação, ela viajou para os Estados Unidos e não voltou mais.
Já Gabriela, pelo contrário, resolveu dar uma “passadinha” no Brasil desde sua primeira mudança para a Flórida.
Mãe de dois filhos, ela voltou para a formatura do mais velho, que estava se tornando médico. Gabriela acabou retomando o antigo emprego como servidora pública. Ela passou um ano e seis meses no Brasil, mas, devido ao baixo salário, resolveu ir aos EUA novamente.
— O que eu ganhava era muito pouco, eu não conseguia me sustentar sozinha. Passei até fome.
Em busca da aposentadoria
Antes de se mudar para os Estados Unidos, Marcela (nome fictício), 52 anos, trabalhava em uma empresa pública de Natal, Rio Grande do Norte. Quando faltavam cinco anos para se aposentar, ela foi demitida.
— Eu não queria nem procurar emprego no Brasil, só queria vir para cá (Flórida) e pagar a minha aposentaria.
Marcela trabalha há cinco anos cuidando da casa de uma família americana.
— É muito tranqüilo. Eu tenho meus dias de folga, posso sair, caminhar e fazer as minhas coisas.
Nesse tipo de serviço, que rende R$ 3.700 por mês (cerca de 2.000 dólares trabalhando oito horas por dia), ela faz de tudo um pouco: limpa casa, lava roupa e até ajuda no cuidado com as crianças.
Trabalho ilegal
A maior dificuldade que as imigrantes brasileiras encontram ao chegar aos Estados Unidos são os primeiros anos de adaptação e, principalmente, a regularização no país.
“Os três primeiros anos foram horríveis, eu não tinha documentos, nem falava o idioma”, conta Marcela.
Para conseguir emprego, elas contaram muito com a ajuda de outros brasileiros que já estavam estabelecidos no país.
“Quando vim para Miami, fui morar com a minha cunhada que já estava por aqui. Foi ela quem me indicou para o meu primeiro emprego”, diz Gabriela.
De acordo com a organização norte-americana Aliança Nacional de Trabalhadores Domésticos (NDWA, na sigla em inglês), existem 2,5 milhões de empregados domésticos nos EUA. Cerca de 23% deles são imigrantes ilegais, diz a NDWA.
O R7 entrou em contato com os consulados brasileiros em Washington e Miami, além do consulado dos EUA em São Paulo, mas nenhuma das representações diplomáticas soube informar a quantidade de brasileiras trabalhando como domésticas nos Estados Unidos.
Apesar das dificuldades iniciais, Gabriela, Sônia e Marcela estão bem resolvidas hoje no novo país. Elas têm seus carros, casa e documentos. Sônia casou-se de novo, com um americano, e Marcela aguarda o final do seu processo de legalização.
É por esses e outros motivos que Gabriela, apesar da distância dos filhos, não pensa em voltar ao Brasil.
— Eu faço de tudo para ficar, se me pedirem para eu arrancar o dedo mínimo do pé, eu arranco.
R7
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Sem fonte nuclear, Japão se prepara para cortes de energia no verão
Japão
A desativação do último reator nuclear em operação na manhã de domingo e a falha do governo em convencer um público cauteloso sobre restabelecer a produção em dúzias de reatores, deixa a terceira maior economia do mundo diante de outro verão com severos cortes de energia.
A Hokkaido Electric Power Co desativou sua planta nuclear, o último dos 54 reatores a serem desativados, marcando a primeira vez, desde 1970, que o Japão fica sem energia nuclear.
A economia de $5 trilhões do Japão dependeu excessivamente de fonte nuclear por décadas, com seus reatores fornecendo quase 30% das necessidades de energia, mas devido ao massivo terremoto seguido de tsunami de 2011 e a subsequente crise nuclear, levaram à revolta do público contra a energia atômica.
Ministros do gabinete falharam nas negociações com o publico a respeito de permitir o reinício das plantas nucleares do país, desativando uma a uma para manutenções agendadas e incapazes de retomar as operações devido as preocupações com relação à segurança.
A economia de $5 trilhões do Japão dependeu excessivamente de fonte nuclear por décadas.
O jornal Asahi disse que o sentimento do público era de “indecisão entre dois recursos de apreensão”, temor sobre a segurança da energia nuclear e dúvidas sobre se o Japão poderia viver sem ela.
“As pessoas não deveriam somente criticar o governo, mas tomar sua própria decisão sobre políticas de energia que envolve carga e responsabilidade, tais como através de cooperação em economia de energia,” disse o jornal em um editorial no domingo.
O governo espera entregar uma estimativa até meados de maio a respeito de prováveis cortes nesse verão, e depois produzir um plano para conservar energia que poderia incluir reduções obrigatórias no uso da mesma, disse a mídia japonesa.
Responsáveis pela elaboração de diretrizes estão preocupados sobre os prejuízos na crescente recuperação econômica, já que os cortes de energia poderão ser mais severos e difundidos do que o verão passado, quando muitas áreas no Japão ainda estavam operando reatores nucleares.
Alguns também alertam para a precipitação do termo de longo prazo, já que o crescente custo de eletricidade juntamente com o forte iene, atingiriam a produção e poderiam motivar as companhias a transferir suas produções para o exterior.
“Dependendo da previsão do tempo, o fornecimento de energia poderia pressionar a produção no verão,” disse o Bank of Japan.
“Mas devemos estar atentos não somente aos efeitos de curto prazo, mas também à chance de que cortes de energia poderiam atingir as expectativas de crescimento de médio e longo prazo do país,” disse o banco central em um relatório sobre economia no dia 27 de abril.
O Japão conseguiu enfrentar o verão do ano passado sem nenhum corte ao impor reduções voluntárias no uso de energia em consequência do terremoto e tsunami que arrasaram o país
As fábricas operaram durante a noite e durante os finais de semana para não forçar a rede de energia elétrica do país.
Grandes firmas já estão se preparando para realizar medidas similares nesse verão, mas algumas também planejam gerar suas próprias fontes de energia para cortar custos.
A última vez que o Japão ficou sem energia nuclear foi em maio de 1970, quando os dois únicos reatores que estavam em operação no país naquela época foram desativados para manutenção, disse a Federação de Companhias de Energia Elétrica do Japão.
Fonte: Japan Today/PortalMie
A desativação do último reator nuclear em operação na manhã de domingo e a falha do governo em convencer um público cauteloso sobre restabelecer a produção em dúzias de reatores, deixa a terceira maior economia do mundo diante de outro verão com severos cortes de energia.
A Hokkaido Electric Power Co desativou sua planta nuclear, o último dos 54 reatores a serem desativados, marcando a primeira vez, desde 1970, que o Japão fica sem energia nuclear.
A economia de $5 trilhões do Japão dependeu excessivamente de fonte nuclear por décadas, com seus reatores fornecendo quase 30% das necessidades de energia, mas devido ao massivo terremoto seguido de tsunami de 2011 e a subsequente crise nuclear, levaram à revolta do público contra a energia atômica.
Ministros do gabinete falharam nas negociações com o publico a respeito de permitir o reinício das plantas nucleares do país, desativando uma a uma para manutenções agendadas e incapazes de retomar as operações devido as preocupações com relação à segurança.
A economia de $5 trilhões do Japão dependeu excessivamente de fonte nuclear por décadas.
O jornal Asahi disse que o sentimento do público era de “indecisão entre dois recursos de apreensão”, temor sobre a segurança da energia nuclear e dúvidas sobre se o Japão poderia viver sem ela.
“As pessoas não deveriam somente criticar o governo, mas tomar sua própria decisão sobre políticas de energia que envolve carga e responsabilidade, tais como através de cooperação em economia de energia,” disse o jornal em um editorial no domingo.
O governo espera entregar uma estimativa até meados de maio a respeito de prováveis cortes nesse verão, e depois produzir um plano para conservar energia que poderia incluir reduções obrigatórias no uso da mesma, disse a mídia japonesa.
Responsáveis pela elaboração de diretrizes estão preocupados sobre os prejuízos na crescente recuperação econômica, já que os cortes de energia poderão ser mais severos e difundidos do que o verão passado, quando muitas áreas no Japão ainda estavam operando reatores nucleares.
Alguns também alertam para a precipitação do termo de longo prazo, já que o crescente custo de eletricidade juntamente com o forte iene, atingiriam a produção e poderiam motivar as companhias a transferir suas produções para o exterior.
“Dependendo da previsão do tempo, o fornecimento de energia poderia pressionar a produção no verão,” disse o Bank of Japan.
“Mas devemos estar atentos não somente aos efeitos de curto prazo, mas também à chance de que cortes de energia poderiam atingir as expectativas de crescimento de médio e longo prazo do país,” disse o banco central em um relatório sobre economia no dia 27 de abril.
O Japão conseguiu enfrentar o verão do ano passado sem nenhum corte ao impor reduções voluntárias no uso de energia em consequência do terremoto e tsunami que arrasaram o país
As fábricas operaram durante a noite e durante os finais de semana para não forçar a rede de energia elétrica do país.
Grandes firmas já estão se preparando para realizar medidas similares nesse verão, mas algumas também planejam gerar suas próprias fontes de energia para cortar custos.
A última vez que o Japão ficou sem energia nuclear foi em maio de 1970, quando os dois únicos reatores que estavam em operação no país naquela época foram desativados para manutenção, disse a Federação de Companhias de Energia Elétrica do Japão.
Fonte: Japan Today/PortalMie
Peruano é detido sob suspeita de assassinato
Japão
Um peruano foi detido sob suspeita de esfaquear sua namorada de origem russa, cujo corpo foi encontrado no apartamento da própria vítima em Yokohama no mês passado, disse a polícia.
Um peruano foi detido sob suspeita de esfaquear sua namorada de origem russa, cujo corpo foi encontrado no apartamento da própria vítima em Yokohama no mês passado, disse a polícia.
Max Toguchi de 35 anos, funcionário de um restaurante, é acusado de assassinar sua namorada Anna Filimonova de 19 anos. O acusado negou as alegações durante o questionamento, disseram os investigadores.
Peruano é detido sob suspeita de assassinato.
Por volta das 8 da manhã do dia 19 de abril, o peruano esfaqueou e matou sua namorada de acordo com a polícia. O corpo da mulher foi encontrado no quarto dela no dia seguinte com mais de 10 facadas, incluindo uma no peito.
A polícia vinha investigando o envolvimento do peruano no caso porque uma câmera de segurança no complexo do apartamento da vítima havia capturado a imagem de Toguchi um pouco antes de acreditarem que Filimonova estava morta.
Fonte: The Mainichi/PortalMie
Agência Meteorológica faz alerta de chuvas fortes e ventos nos dias 9 e 10 de maio
Japão
De acordo com a Agência Meteorológica, nas partes leste e oeste do Japão, um estado muito instável da atmosfera ocorrerá entre os dias 9 e 10 de maio, trazendo chuvas fortes e raios.
A agência também fez uma alerta sobre rajadas de vento e chuva de granizo, além de possibilidade de tornado.
Chuvas fortes com possibilidade de tornado nos dias 9 e 10 de maio.
Segundo a agência, no dia 10 de maio ocorrerá um forte fluxo de ar frio de 21 graus abaixo de zero a 5500 metros sobre o Japão.
Por esta razão, o estado da atmosfera pode se tornar muito instável em uma ampla escala entre as partes leste e oeste do arquipélago japonês, com nuvens carregadas em alguns locais.
Um tornado atingiu a região de Tsukuba, na província de Ibaraki na tarde do domingo passado, ferindo várias pessoas e destruindo dezenas de casas.
Fonte: The Mainichi/PortalMie
Medidas para se proteger do tatsumaki
Japão
Medidas para se proteger do tatsumaki >>
DENTRO DE CASA (se for seguro)
* Feche janelas e cortinas e afaste-se deste local
* Feche telas e janelas externas
* Dirija-se para o andar mais baixo da casa ou subterrâneo
* Dirija-se ao local central da casa, sem janelas por perto, afaste-se de portas, janelas e paredes.
* se tiver uma mesa firme abrigue-se protegendo a cabeça
FORA DE CASA
* não se abrigue em depósitos, garagens, veículos, reboques. Tente encontrar uma estrutura com uma base sólida.
*Viadutos e pontes não são seguros para se abrigar
*Se estiver em campo aberto, deite-se em uma vala ou depressão
Este material é divulgado no site do governo japones medidas de prevenção contra tatsumaki http:// www.pref.miyazaki.lg.jp/ bousai/tatsumaki_taiou.pdf
* Feche janelas e cortinas e afaste-se deste local
* Feche telas e janelas externas
* Dirija-se para o andar mais baixo da casa ou subterrâneo
* Dirija-se ao local central da casa, sem janelas por perto, afaste-se de portas, janelas e paredes.
* se tiver uma mesa firme abrigue-se protegendo a cabeça
FORA DE CASA
* não se abrigue em depósitos, garagens, veículos, reboques. Tente encontrar uma estrutura com uma base sólida.
*Viadutos e pontes não são seguros para se abrigar
*Se estiver em campo aberto, deite-se em uma vala ou depressão
Este material é divulgado no site do governo japones medidas de prevenção contra tatsumaki http://
terça-feira, 8 de maio de 2012
‘Pílula milagrosa’ tinha carne de bebê
As pílulas, de origem chinesa, eram vendidas como uma fórmula para a juventude
Oficiais da alfândega da Coreia do Sul descobriram pílulas de origem chinesa que tinham carne de bebês mortos na sua composição.
Segundo o jornal inglês Daily Mail, os corpos eram levados e colocados em geladeiras caseiras nas casas dos próprios envolvidos no esquema. Depois, os cadáveres eram removidos e levados para clínicas e colocados em um microondas de secagem.
As pílulas, que eram vendidas como uma fórmula para a juventude, foram descobertas em agosto do ano passado, mas a denúncia só foi divulgada nessa segunda-feira.
O governo chinês diz já ter barrado a venda dos comprimidos.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Tornado- Último dia de feriado de GoldenWeek deixa muita destruição em algumas regiões do Japão
Japão
Fim de Semana foi agitado com Terremoto, Chuvas e Tornado
domingo, 6 de maio de 2012
Alerta de tatsumaki/tornado na região de Kanto: Tokyo, Gunma, Kanagawa, Saitama, Chiba, Ibaraki, Tochigi e Yamanashi
Japão
Yomiuri informou as 15h http://www.yomiuri.co.jp/national/news/20120506-OYT1T00368.htm
Video do tatsumaki (tornado) hoje em Tsukuba, Ibaraki, as 14 horas
sábado, 5 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Japão cancela treino em altitude após morte de norueguês
A Federação Japonesa de Natação reavalia sua programação de realizar treinos em altitude após a morte do norueguês Alexander Dale Oen, 26, campeão mundial dos 100 m peito.
- Leia mais sobre Londres-2012
Ele sofreu uma parada cardíaca anteontem depois de uma sessão de treino em Flagstaff, no Arizona (EUA), a cerca de 2.200 m do nível do mar.
O planejamento inicial do Japão era enviar vários de seus nadadores para treinar em alta altitude, procedimento comum de preparação, em junho, visando a Olimpíada de Londres.
"Sob essas circunstâncias, não podemos mandar nossos atletas até soubermos o que realmente aconteceu", divulgou a federação japonesa.
De acordo com a federação norueguesa, Dale Oen passou mal depois de um treino leve.
Fonte Folha
terça-feira, 1 de maio de 2012
Qual o segredo da água potável? Raios de Sol e um pingo de limão!
Com todos os benefícios da vida de primeiro mundo, às vezes é fácil esquecer que para milhões, talvez bilhões de pessoas, conseguir água limpa para beber é um grande problema diário.
Para essas pessoas que vivem em países paupérrimos, sua única fonte de água são rios contaminados com microrganismos que causam sérios danos à saúde.
Bem, agora parece existir uma nova esperança, através de uma equipe de cientistas que descobriram que a água pode ser mais segura para o consumo adicionando um toque de limão, deixando-a sob o sol em seguida.
Os cientistas descobriram que este método remove níveis detectáveis de bactérias prejudiciais como a Escherichia coli de modo muito mais rápido do que apenas deixar a água sob o Sol.
Em regiões de baixa renda, a desinfecção solar é um dos vários métodos usados no tratamento da água para uso doméstico, reduzindo os riscos da água suja. O método de usar o Sol como desinfetante é recomendado pela Unicef, processo chamado de SODIS – desinfecção solar da água.
O método aconselha encher 1 ou 2 litros de polietileno tereftalato (conhecido como plástico PET) com água e, em seguida, colocar sob a luz solar durante no mínimo 6 horas.
Em um tempo nublado, o tempo de exposição precisa ser de no mínimo 48 horas para a total desinfecção. Os cientistas da Johns Hopkins School of Medicine testaram vários tipos de possibilidades para desinfetar a água.
Ficou provado que o limão acelera o processo de morte das principais bactérias que causam doença nas populações carentes. Mas os cientistas alertam que a desinfecção não é 100% eficaz. Segundo os estudos, os norovírus não foram reduzidos em níveis significativos.
Segundo o professor Kellogg Schwab, diretor da universidade, o tempo de redução da desinfecção solar utilizando pequenas gotas de limão cai de 6 horas para apenas 30 minutos. A proporção seria de 2 ml de suco de limão para cada 2 litros de água, uma quantidade tão pequena que não causa sabor desagradável.
Fonte JornalCiência
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