quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cozinheiro chinês publica fotos de cães indo para a panela e inflama internautas


Um dono de restaurante de Pequim conseguiu a façanha de revoltar internautas de todos os cantos do mundo. Tudo começou quando o homem, usando o apelido de "Aiteguan", postou imagens do que seria o preparo de carne de cachorro na cozinha de seu restaurante. Aviso: as imagens são fortes e revoltantes para quem tem um bichinho em casa

O polêmico cozinheiro criou uma guerra entre internautas em diversas redes sociais

Depois de postar uma série de fotos de cachorros mortos em seu restaurante. O usuário provocou a ira dos ativistas dos direitos de animais – mas, também recebeu o apoio de internautas que gostam de comer carne de cachorro

O chinês se vangloria de seu restaurante, especializado neste tipo de comida, já ter abatido mais de dois mil cães no último inverno

Reprodução/Flickr
Vale lembrar que os cães são considerados comida típica em alguns países da Ásia, como é o caso da China

Reprodução/Flickr
Apesar disso, a revolta de ativistas (incluindo alguns dentro da própria China) fez com que o usuário fosse banido da rede social Sina Weibo – que é uma espécie de Twitter asiático

Reprodução/Flickr
Comer e servir carne de cachorro não é crime na China. Além disso, o prato é bastante popular em diversas regiões do país

Reprodução/Flickr
O serviço de fotos Flickr contém uma série de imagens sobre o consumo de carne canina em países como Coreia do Sul e Vietnã


Entretanto, com o crescimento econômico da China, muitos donos de cachorros se tornaram defensores da abolição deste tipo de prato.
Reprodução/Flickr
“Fotos mostrando tanta crueldade deveria ser banida do ciberespaço, e matar cachorros por sua carne é imoral”, afirmou um apresentador de TV local, de acordo com informações do site Daily Dot.



O usuário banido causou uma verdadeira guerra entre ativistas dos direitos animais e defensores do consumo de carne de cachorro na gastronomia asiática.





Eu vi no R7

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Alunos foram obrigados a beber ácido diluído como punição em escola de Aichi.


Isso é Japão
hydrochloric-acid


Estudantes do ensino médio na cidade de Gamagori, Aichi, foram forçados a beber ácido clorídrico diluído, como punição por não realizarem um experimento de laboratório corretamente.
De acordo com o conselho de educação local, em 18 de janeiro, um professor de ciências, passou uma tarefa para sua classe, pedindo para realizarem um experimento usando ímãs e limalha de ferro. Ele disse à classe que se alguém não conseguisse obter o resultado correto seria forçado a beber ácido clorídrico. Quando dois dos alunos não conseguiram ter sucesso em seus resultados, o professor entregou a cada um deles um copo depois de ele mesmo ter provado um pouco.

Um estudante tomou um gole e imediatamente cuspiu. O outro bebeu todo o liquido, e depois disse a investigadores da escola que tinha gosto de suco de limão. O incidente veio à tona depois que um outro estudante relatou o incidente para seus pais.

O Conselho de Educação de Gamagori informou que o professor explicou que o ácido foi altamente diluído e, portanto, não representava nenhum risco de saúde para os alunos. O próprio conselho emitiu uma declaração dizendo: "Como esse incidente representava um risco para a vida e a saúde dos alunos, foi uma falha grave de liderança, e só podemos pedir desculpas aos estudantes e suas famílias. Estamos decidindo quais medidas disciplinares serão tomadas em relação ao professor envolvido. "

Os administradores da escola também visitaram os dois estudantes em suas casas e se desculparam formalmente.

Vindo logo depois de outro incidente, quando um estudante cometeu suicídio depois de ser repetidamente atingido por seu treinador de basquete, a história provocou indignação na internet, com muitos comentários raivosos..




Eu vi no  http://networkedblogs.com/ Igor Massami

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Economia japonesa é afetada pelo conflito com a China





A economia japonesa contraiu na segunda metade de 2012 e poderá ter um crescimento de apenas 0,8 por cento em 2013. O crescimento do Japão é parcialmente afetado pelo conflito territorial com a China por causa das Ilhas Senkaku, disse o Banco Mundial em um relatório na terça-feira.
Economia japonesa é afetada pelo conflito com a China.


A China e o Japão são as economias mais desenvolvidas do mundo após os Estados Unidos.
As relações entre os dois países se deterioraram bruscamente desde setembro, quando o governo japonês comprou as ilhas que os chineses reivindicam no Mar do Leste da China.
Desde o início do conflito, os chineses se recusaram a comprar produtos japoneses, incluindo carros e eletrônicos.
Entre janeiro e novembro de 2012, o valor das exportações japonesas para a China apresentou uma queda de 17 por cento. A situação contribuiu para uma queda anual de 3.5 por cento no crescimento japonês no terceiro trimestre.
“No Japão, a economia parece estar contraindo, em parte devido às tensões políticas com a China por causa das Ilhas Senkaku”, isso é reportado na análise das Perspectivas Econômicas Globais do Banco Mundial que ocorrem duas vezes ao ano.
Se os dois países melhorarem as relações, o Japão poderá atingir taxas de crescimento de 1.2 por cento em 2014 e 1.5 por cento em 2015. A situação também poderia impulsionar a recuperação global, de acordo com a mídia internacional.



Fonte: Tokyo Times
Eu vi no PortalMie

900 feridos após forte nevasca no Japão




Cerca de 900 pessoas ficaram feridas em Tóquio após uma forte nevasca ter coberto a parte leste do Japão durante o feriado do penúltimo final de semana.

900 feridos após forte nevasca no Japão.
900 feridos após forte nevasca no Japão.


Um homem de 71 anos de idade da cidade Shiojiri, província de Nagano, morreu após cair em um esgoto aberto enquanto limpava a neve ao redor de sua casa.
Pelo menos 891 feridos foram registrados em Tóquio e em áreas ao redor, de acordo com a mídia internacional. A maioria deles eram pessoas de idade que escorregaram nas ruas cobertas por neve ou motoristas envolvidos em acidentes.

900 feridos após forte nevasca no Japão.
A nevasca foi a mais forte na região desde 2006, com oito centímetros de neve cobrindo a área em aproximadamente 9 horas, de acordo com a Agência Meteorológica Japão.
Treze centímetros de neve na região de Yokohama e 30 centímetros nas áreas montanhosas de Tóquio também foram registrados.
Sistemas de tráfego na área metropolitana de Tóquio continuaram a ser interrompidos na terça-feira, enquanto que muitos voos domésticos foram cancelados.
A Agência Meteorológica do Japão alertou para possíveis acidentes em rodovias congeladas.


Fonte: Tokyo Times
Eu vi no PortalMie

McDonald’s Japan oferece café da manhã de graça




A rede McDonald’s já é conhecida por preços acessíveis e está prestes a oferecer serviços mais baratos ainda, ou seja, de graça. Pelo menos ela oferecerá se você der uma passadinha em uma das lojas no seu caminho para o trabalho na segunda-feira.

McDonald's Japan oferece café da manhã de graça.


O McDonald´s Japan anunciou na sexta-feira que irá iniciar uma promoção chamada “Free Monday”, onde um dos itens do café da manhã será oferecido aos clientes de graça.
A companhia espera aumentar o número de consumidores durante o período da manhã.
Até o dia 4 de fevereiro, qualquer cliente que vier ao McDonald’s entre 6 e 9 da manhã nas segundas-feiras ganhará um item de graça.
O item gratuito desta segunda-feira (21) será uma Sausage McMuffin, seguido por um copo de café pequeno no dia 28 de janeiro e hashbrowns (batatas douradas) no dia 4 de fevereiro.
Em 2012, as vendas da companhia tiveram uma queda em relação a 2011 pela primeira vez em quase uma década. Para aumentar o comércio, a companhia está experimentando o desconto de 100 ienes no cardápio em algumas partes do país e promoções como a Free Monday e a campanha dos 60 segundos.



Fonte: Japan Today
Eu vi no http://atualidade.portalmie.com/

Como funciona o seguro de veículos no Japão







Seguradoras japonesas oferecem opções variadas de planos que abrangem vários tipos de situações e orçamentos

por Redação Tudo Bem
27.03.2008

Seguradoras japonesas oferecem vários tipos de seguros, desde o mais completo, até o que cobre apenas ferimentos
Qualquer pessoa pode estar sujeita a um acidente de trânsito. Com o objetivo de dar garantias concretas à vítima, no Japão todos os proprietários de veículos são obrigados a pagar o seguro de responsabilidade contra danos e indenização de automóveis (Jidousha Songai Baishou Sekinin Hoken, mais conhecido como Jibaiseki). O pagamento é feito na hora de renovar o shaken (licença). Mas ele é utilizado apenas em casos de ferimentos (ou morte) causados a terceiros e não cobre danos materiais.

O valor da indenização a ser paga pelo Jibaiseki varia em cada caso e pode chegar a um limite de 1,2 milhão de ienes em caso de ferimentos (inclui remuneração pelos dias de trabalho parados), 30 milhões em caso de morte e 40 milhões em caso de seqüelas graves, que impeçam a vítima de trabalhar ou levar uma vida normal. Mesmo que os danos sejam bem maiores, o valor máximo será esse.

Esse seguro obrigatório custa 30,8 mil ienes (para veículos de passeio comuns) e deve ser pago a cada dois anos. O comprovante de pagamento deve estar sempre guardado dentro do carro, senão o motorista pode pagar uma multa de até 300 mil ienes. Se alguém dirigir um veículo sem ter o Jibaiseki poderá ser punido com uma sentença de até um ano de prisão com trabalhos forçados ou multa de até 500 mil ienes.

O Jibaiseki, por indenizar apenas em casos de danos causados a pessoas, deve estar associado também a um seguro opcional. Pode ser o Nin”i Hoken, que cobre somente danos materiais e físicos de terceiros. Ele não inclui os próprios prejuízos. As seguradoras oferecem vários planos de cobertura, até valores ilimitados.

O Sharyou Hoken é o seguro mais completo, que cobre danos de terceiros e o próprio prejuízo. Alguns planos oferecem cobertura de roubos e desastres naturais. É recomendado para compensar a parte que o Jibaiseki não cobre. Os outros tipos são Taijin Baishou Hoken (seguro sobre terceiros), Taibutsu Baishou Hoken (seguro sobre danos materiais), Jison Jiko Hoken (seguro sobre danos em si próprio), Mu-Hokensha Shougai Hoken (seguro sobre carros de terceiros que não têm seguro) e Tojo-sha Hoken (seguro sobre passageiros).

O valor da indenização depende de alguns fatores. Em caso de morte, o cálculo é feito a partir dos salários que a vítima receberia se trabalhasse até a velhice – a média de idade é de 70 anos, incluindo aposentadoria. Como o valor é muito alto, se a pessoa não tiver o seguro opcional terá de trabalhar por um longo tempo apenas para pagar a indenização.




Eu vi no http://gambare.uol.com.br/

Publicado originalmente no site do jornal Tudo Bem em 27/03/2008.

A Caça e Matança Cruel de Golfinhos Continua em Taiji







Até quando isso vai continuar??
Se você frequenta parques aquáticos, você patrocina isto!!!



Famílias Inteiras de Golfinhos São Assassinadas Diáriamente em Taiji-Japão


Áqueles que Não São Assassinados p/Virarem Comida de Humanos, Tornam-se Prisioneiros o Resto da Vida nos Parques Aquáticos ao Redor do Mundo.


Seres  que Abaixo do Homem é o Mais Inteligente Neste Planeta





Eles Lutam Exaustivamente por Suas Vidas.....Más é em Vão..
























Um Último Abraço Antes de Ser Assassinado


O Último Abraço desses Anjos





Eu vi no Sea Shepherd Cove Guardians Page (official)







segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Índia tem uma mulher estuprada a cada 20 minutos






PATRÍCIA CAMPOS MELLO
ENVIADA ESPECIAL A NOVA DÉLI





Nirbhaya, a estudante de 23 anos que foi estuprada por seis homens em um ônibus de Nova Déli em dezembro, é um retrato da falta de segurança das mulheres na Índia.

A cada 20 minutos, uma mulher é estuprada no país. Muitas são vítimas dos chamados estupros de gangue, em que vários homens atacam ao mesmo tempo.

Mas só uma de cada 50 vítimas de estupro tem coragem de dar queixa na polícia. Isso porque, na maioria das vezes, a polícia culpa a própria mulher. E as vítimas de estupro se transformam em párias, são evitadas na sociedade e nunca mais conseguem se casar. Karuna (nome trocado), 26, saiu de seu Estado natal de West Bengal para trabalhar como empregada doméstica em uma casa em Nova Déli, onde ganhava o equivalente a US$ 40 por mês. Na mesma casa, trabalhava Shyam.

Um dia, Shyam disse que ia levar Karuna para procurar um outro emprego com salário melhor, mas a trancou em uma casa abandonada.

"Ele disse que ninguém sabia que eu estava lá e que, se eu não cedesse, ele ia me matar", contou Karuna à Folha.

Ela ficou na casa entre quatro e cinco dias, e ele a estuprou repetidas vezes. Depois, ele a levou para a casa onde morava com a mãe dele. Lá, ela era sujeita a trabalho escravo, estuprada por Shyam e espancada pela mãe dele.

Após alguns meses, conseguiu fugir e foi à polícia. Não registraram o caso. "Disseram que eu era uma aproveitadora que vinha do vilarejo, pobre e queria ganhar um dinheiro em cima de alguém", conta. "Eu dizia que tinha sido estuprada e os policiais riam, não acreditavam, falavam que um caso desses não chegaria a lugar nenhum." Tentou mais cinco vezes dar queixa, sem sucesso.

Depois do estupro de Nirbhaya, Karuna foi a uma das centenas de manifestações em Déli. Lá, conheceu uma mulher de uma ONG, que foi com ela à delegacia. "Provavelmente porque havia pressão popular, finalmente registraram a queixa."

Shyam e sua mãe foram detidos no fim de dezembro. "Achei que finalmente ia conseguir justiça." Alguns dias depois, uma policial chamou Karuna à delegacia.

"Ela disse que tinha um negócio a me propor: se eu retirasse a queixa, ele prometia casar comigo, ou então eles me dariam 150 mil rúpias (US$ 2.770), que eu teria de dividir com a policial, para retirar a queixa. Eu disse não. Disse que queria justiça."

Estima-se que só 1 em cada 50 casos de estupro sejam levados à polícia. Desses, só 26% resultam em condenação --cerca de 0,5% do total.

'MORTES POR DOTE'

Segundo Pulkit Sharma, psicólogo especializado em vitimas de estupro, na sociedade indiana as mulheres são encaradas como meros objetos para satisfazer às necessidades do homem.

Para a ativista Shazia Ilmi, a desvalorização da mulher começa na cultura do dote e da seleção sexual. Para casar as filhas, os pais precisam pagar um dote aos futuros maridos, o que muitas vezes é um enorme peso financeiro.

Em 2012 houve 8.618 "mortes por dote" --assassinatos de mulheres quando não há pagamento do dote ou o valor é considerado muito baixo e o homem quer casar de novo e obter um dote maior.

A seleção sexual, embora proibida na Índia, também é prevalente. Abortar fetos femininos é muito comum. A Índia proíbe os médicos de informar aos pais o sexo da criança após exames, mas muitos casais de classe média vão para a Tailândia fazê-los e depois realizam abortos.

Em 2011, havia na Índia 623.724.248 homens e 586.469.174 mulheres. Para cada 1.000 bebês homens, nasciam 914 meninas.

As mulheres em Déli, considerada a capital do estupro, não andam sozinhas depois que escurece. É muito comum serem apalpadas nos ônibus e metrôs."Meus pais não me deixam sair sozinha depois que escurece, e ando sempre com spray de pimenta e estilete para me defender", diz a estudante Tanya Gupta, 18.

Madhu Mehra, diretora executiva da ONG Partners for Law in Development, luta para que a Índia adote uma política de "tolerância zero" para crimes contra mulheres. Hoje, a pena mínima para estupro é de sete anos, mas pode ser reduzida pelo juiz.

Algumas vezes, nos veredictos, o juiz diz que a vagina da vítima não estava muito ferida e, por isso, ela estava habituada a sexo e não pode ter sido estupro. Só nos casos de estupro seguido de assassinato com crueldade, "os mais raros dos raros", está prevista a pena de morte.

Mas qualquer agressão sexual contra mulher que não envolva penetração é considerada "ultraje à decência", uma lei anacrônica do tempo colonial, e prevê pena de apenas dois anos.

Práticas comuns de humilhação de mulheres na Índia, como jogar ácido no rosto e despir e bolinar mulheres em público, são "ultraje à decência".

Em 2012, uma menina de 16 anos foi despida por dez homens, que desfilaram com ela nua pelas ruas de Guwahati por 45 minutos e a bolinaram em público. Um repórter filmou tudo, e o vídeo foi parar na internet. Os homens foram condenados a dois anos, mas recorrem e ainda podem se livrar da prisão.

"Precisamos sinalizar que qualquer intimidação à mulher é inaceitável", diz Mehra.

REAÇÃO VIOLENTA

O governo formou comissão para estudar mudanças na lei, entre elas criação de mais tribunais "rápidos" para crimes contra a mulher e adoção de penas mais duras.

"Mas é preciso mudar a cultura. As mulheres agora trabalham, usam roupas ocidentais, e os homens não aceitam isso. Há uma reação violenta", afirma Mehra.

A própria reação dos políticos e figuras públicas após o estupro de Nirbhaya demonstra o machismo da sociedade indiana.

"A vítima é tão culpada quanto os estupradores. Ela deveria ter chamado os agressores de irmãos e implorado para eles pararem", disse o guru Asaram Bapu.

Eu vi no  http://www1.folha.uol.com.br/

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Você Sabia? Café mais caro do mundo é produto da crueldade contra animais

CONHECIDO COMO "KOPI LUWAK" OU "CAFÉ CIVETA"




Por Noelia Gigli (da Redação – EUA)

O café mais caro do mundo é feito de fezes. Abusos e crueldades praticados contra animais em seu processo de produção foram recentemente denunciados por grupos de proteção aos animais.



Civeta confinada em fazenda de café na Sumatra (Foto: guardian.co.uk)


Kopi Luwak, ou civeta café, é produzido principalmente na Indonésia a partir de grãos de café excretados pelas civetas asiáticas – criaturas pequenas, parecidas com gatos encontrados no sudeste asiático.

A marca passou por uma recente onda de popularidade, devido a uma aparição memorável no filme de 2007 The Bucket List, aumentando seus preços para $230 (£145) o kilo. Kopi Luwak se espalhou pelos EUA e Europa; uma loja de Londres, no ano passado, anunciou que irá cobrar dos clientes £ 70 por um copo.

Mas seu preço alto encobre uma cadeia de crueldades contra animais.

O jornal The Guardian visitou uma loja de café em Medan, na ilha indonésia de Sumatra, onde uma cevita fêmea foi mantida em uma jaula apertada na parte de trás das instalações. Ela foi separada de sua prole e colocada em uma gaiola bem pequena. O local tem mais de 20 gaiolas escondidas no telhado da loja.

Grupos de proteção animal afirmam que um número crescente de “fazendas” de cevitas estão surgindo em todo o sul da Ásia, onde dezenas de milhares de animais são confinados para viver em gaiolas minúsculas e alimentados à força por uma dieta debilitante. A cevita asiática é uma espécie “comum”, mas conservacionistas afirmam que espécies relacionadas,  exploradas para esse tipo de atividade, estão sob ameaça de extinção. O binturong, outra espécie de gato utilizada para produzir Kopi Luwak, é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza como “vulnerável”.

Os animais são alimentados quase que exclusivamente com grãos de café, que eles excretam. As enzimas do estômago ajudam a produzir um feijão que é lavado e torrado para criar um café que posteriormente é elogiado por seu suave sabor caramelo.

“As condições são terríveis, muito parecidas com as de galinhas confinadas para o consumo e abate”, disse Chris Shepherd, diretor regional adjunto da ONG Traffic South-east Asia. “As civetas são retiradas do meio natural e têm de suportar condições horríveis. Elas lutam para ficar juntas, mas são separadas e têm de suportar uma dieta muito pobre em gaiolas muito pequenas.”

“Existe uma elevada taxa de mortalidade e, para algumas espécies de civetas, um real risco de extinção. É uma espiral fora de controle. No entanto, não há sensibilização por parte das pessoas com relação à crueldade  implícita na produção desse café. As pessoas precisam estar cientes de que dezenas de milhares de civetas estão sendo mantidas em tais condições. Se elas soubessem, deixariam de consumi-lo”, declarou Chris.






Eu lí no http://www.anda.jor.br/

Fala Danilo Gentili







Eu sou fã desse cara, e você?

Campanha "Pela preservação da cultura indígena na Aldeia Maracanã!"


 - veja o vídeo


Aldeia Maracanã from Agencia Olhares on Vimeo.



Índia na Aldeia Maracanã
Índia na Aldeia Maracanã

O site Panela de Pressão criou uma campanha pela proteção e preservação da Aldeia Maracanã e principalmente pelo direito dos índios de viver naquela região. Veja abaixo o vídeo e o texto da campanha e entenda ainda mais da situação atual dos índios brasileiros.Temos pouco tempo pra garantir a preservação de parte importante da cultura indígena que ainda existe no Estado do Rio de Janeiro. A Aldeia Maracanã, que reúne dezenas de índios de diversas etnias no prédio do antigo museu do índio, ao lado do Estádio do Maracanã, está ameaçada de desaparecer com a decisão do governo de demolir o prédio centenário.

O governador Sérgio Cabral afirmou, durante uma cerimônia na manhã desta quinta-feira (18), que o governo do estado demolirá o antigo prédio do Museu do Índio, vizinho ao Maracanã, por conta dos preparativos para a Copa do Mundo. Na ocasião, Cabral justificou a decisão por uma determinação da FIFA: "O Museu do Índio, perto do Maracanã, será demolido. Vai virar uma área de mobilidade e de circulação de pessoas. É uma exigência da Fifa e do Comitê Organizador Local."


Cacique Carlos Tukano pretende o adiamento da remoção
Cacique Carlos Tukano pretende o adiamento da remoção



Batalha jurídica deve selar destino de índios da aldeia 
Maracanã


Caio Quero
Da BBC Brasil no Rio de Janeiro


De um lado está o governo do Estado do Rio de Janeiro, que pretende demolir o prédio como parte do projeto de modernização do estádio do Maracanã para a Copa de 2014. Do outro estão indígenas e movimentos sociais, que defendem a preservação do imóvel e o direito dos índios de permanecer na área, rebatizada por eles de aldeia Maracanã.

A questão promete seguir para outras instâncias. A Defensoria Pública do Estado obteve uma decisão judicial que obriga o governo a cumprir diversos requisitos no caso do despejo dos índios.
Ao mesmo tempo, na esfera federal, defensores públicos da União prometem levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

De acordo com o defensor público federal Daniel Macedo, o órgão pretende questionar no STJ decisão tomada em novembro pela Justiça Federal do Rio, que cassou duas liminares que impediam a demolição do prédio e a retirada dos índios do local.

"A defensoria vai tentar ganhar mais tempo agora para recorrer da decisão da presidência do tribunal. A gente vai tentar interpor algum recurso para o Superior Tribunal de Justiça", disse Macedo à BBC Brasil. Segundo ele, a medida já deve ser tomada nesta semana.

Disputa
Após meses de disputa, a tensão a respeito do destino do terreno se intensificou no último sábado, quando homens do Batalhão de Choque cercaram a entrada do prédio. O líder da comunidade, cacique Carlos Tukano, afirmou que os índios resistiriam de maneira pacífica a uma eventual desocupação.

Índios querem permanecer em área que é parte do projeto de modernização do Maracanã
De acordo com a Defensoria Pública da União, que estava presente no local, no entanto, o governo não possuía um mandado de imissão de posse, necessário para que os policiais entrassem no imóvel, e, após um cerco de quase 12 horas, os homens da tropa de choque deixaram o local sob aplausos dos indígenas e seus apoiadores.

Ainda na noite de sábado, a Defensoria Pública do Estado do Rio obteve uma decisão que impede que a desocupação seja feita sem autorização judicial ou a presença de órgãos de assistência social e da Secretaria de Justiça. Além disso, o governo teria que garantir que os bens dos moradores sejam encaminhados para um depósito público.

"Aquele cenário que aconteceu no sábado não pode se repetir. Era a polícia de choque, sem ordem judicial, em uma postura de intimidação", disse à BBC Brasil o defensor público estadual Eduardo Newton.
Para o defensor público federal Daniel Macedo, a decisão da Justiça estadual vai dar mais tempo para que outras medidas contra a demolição e desocupação do local sejam tomadas.

"Isso vai fazer com que a Defensoria Pública federal ganhe mais tempo, porque o Estado não vai ter tempo de se estruturar com a decisão da Justiça estadual", disse Macedo. "A ideia é tentar forçar o Estado a desistir (de demolir) o Museu do Índio e tentar preservar."

Ocupação
Construído em 1862, o edifício onde agora fica a Aldeia Maracanã abrigou o antigo Serviço de Proteção ao Índio – fundado pelo marechal Cândido Rondon em 1910 – e o Museu do Índio. Desde 1978, no entanto, o prédio ficou abandonado e foi ocupado em 2006 pelos membros da aldeia Maracanã.
Em outubro do ano passado, o governo estadual formalizou a compra do terreno, que pertencia à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão ligado ao Ministério da Agricultura.

Atualmente, cerca de 60 índios moram no local, entre eles 40 adultos e 20 crianças. A aldeia abriga índios de diversas etnias, entre elas, pataxós, tukanos, apurinãs e guajajaras. Segundo Carlos Tukano, um dos líderes da comunidade, o clima no local é de apreensão. "Não está tão tranquilo. Ninguém sabe o que vai acontecer".

'Precisamos de espaço digno', diz um dos indígenas que o ocupam o antigo Museu do Índio (foto)
Apesar de desejarem permanecer no local, Tukano diz que os índios estão abertos a negociações, mas afirma que, até agora, não foram procurados pelo governo para dialogar.

"A gente pode sentar e conversar. Fazemos um trabalho cultural aqui desde 2006, desde que chegamos. Isso eles têm que respeitar e, para isso, nós precisamos desse espaço ou outro espaço digno."
Cadastro e remoção

Por meio de uma nota, o governo do Estado do Rio de Janeiro afirmou que representantes da Emop (Empresa de Obras Públicas) e da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos estiveram no antigo Museu do Índio para cadastrar os moradores do local para realizar a remoção.

"Há um processo de negociação e cadastramento das pessoas que estão no prédio feito através da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos", diz o comunicado."A demolição do prédio do ex-Museu do Índio integra o projeto de modernização do complexo do Maracanã, sendo parte importante na questão da mobilidade."

Ainda segundo a nota, "o Estado tem a posse do imóvel para entrar no ex-Museu do Índio", e a operação do sábado foi para "atualizar os contatos com as pessoas que estão no prédio, de forma que, durante a semana, seja finalizado o cadastro social e haja remoção das pessoas e, logo que possível, a demolição do prédio".

As obras do Maracanã devem ser finalizadas em abril, com a formalidade de entrega do estádio à Fifa prevista para o dia 28 de maio.





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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Idoso morre e deixa doação de 1,5 milhões para abrigos de animais


Por Amary Nicolau (da Redação – Canadá)


Sylvester Czopek em foto tirada em 2011 (Foto: Joliet veterans)


Um homem morreu e deixou mais de 1,5 milhão de dólares para ajudar abrigos que não matam animais em Illinois, nos EUA. As informações são do site Examiner.

Sylvester Czopek morreu em outubro de 2011, aos 84 anos. E antes dele morrer, deixou pessoas de sua confiança cuidando para que sua vontade fosse cumprida.

Agora o dinheiro está finalmente sendo entregue para os abrigos. Um total de cinco abrigos tem recebido partes da herança.

Conhecidos de Czopek disseram que ele nunca se casou e viveu uma vida solitária. Seu patrimônio foi adquirido ao longo do tempo comprando e vendendo propriedades e por meio de herança de seus irmãos que morreram antes dele.







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Adolescente que se suicidou após punição de treinador recebeu de 30 a 40 tapas no rosto Pais da vítima pedem sanção justa ao professor



- ipcdigital.com

Os pais de um adolescente de 17 anos que se suicidou em Osaka depois de ter sido castigado fisicamente pelo seu técnico de basquetebol disseram que ele foi esbofeteado no rosto de 30 a 40 vezes um dia antes de tirar a própria vida, informou o Mainichi Shinbum.
O agressor foi “longe demais”, declarou o pai, que pediu uma sanção justa ao professor e entendimento ao drama de seu filho que o conduziu ao ponto de suicidar-se. A vítima, que estava estudando em uma escola secundária, foi encontrada enforcada em sua casa em 23 de dezembro.
Segundo a versão dos pais, cinco dias antes do suicídio, o garoto chegou em casa com os lábios ensanguentados, dizendo que foi esbofetado 10 vezes pelo técnico. O adolescente era capitão da equipe, mas desejava renunciar a liderança do time. Não o fez porque temia perder a confiança de seus companheiros, de acordo com sua mãe.
Em 22 de dezembro, um dia antes de sua morte, o adolescente relatou à mãe que o treinador havia dado de 30 a 40 tapas em seu rosto durante um treinamento. Depois disse que iria para o quarto estudar, o que para ela pareceu estranho, pois suas provas já haviam terminado. A mãe lamento em delcarações aos meios de comunicação não ter tido mais tempo para ouvir o filho.
Dois professores da escola onde o jovem estudava sabiam que o treinador estava judiando do adolescente, mas não fizeram nada porque “essa era sua forma de treinamento”. Ambos foram alunos do agressor.





Eu li no http://www.ipcdigital.com/






Estudante de 17 anos se suicida após ser agredido por treinador

Aluno foi esbofeteado várias vezes pelos erros que cometeu durante treinamento de basquetebol





- ipcdigital.com

Um adolescente de 17 anos se suicidou após ter sido agredido pelo seu treinador de basquetebol, informou o jornal Yomiuri. Um dia antes de sua morte, o jovem, que estudava numa escola preparatória de Osaka, levou tapas no rosto pelo instrutor de 47 anos.

O estudante deixou uma nota expressando seu sofrimento pelo castigo recebido. O agressor admitiu ter golpeado o rapaz. No entanto, o superintendente do conselho de educação da cidade de Osaka, declarou que não foi possível estabelecer uma ligação definitiva entre a agressão e suicídio.

Disse ainda que "avaliando o caso com seriedade. O castigo corporal não deve ser tolerado”. O falecido era capitão da equipe de basquetebol desde setembro de 2012 e a nota de suicídio revelou o quanto ele havia sido afetado pela agressão e a dificuldade de lidar com sua responsabilidade como líder.

O jovem foi encontrado pendurado no segundo andar de sua casa em 23 de dezembro. Um dia antes, foi esbofeteado várias vezes pelo técnico por cometer erros durante um treinamento. O treinador trabalha na escola faz 18 anos e a diretoria tinha informações de que ele aplicava castigos físicos. Apesar disso, a escola argumentou que nenhum caso havia sido relatado até então.





























Boeing 787 faz aterrissagem de emergência no sul do Japão




Foi a sexta avaria registrada em uma das aeronaves da empresa americana Boeing desde 7 de janeiro

- Efe

Um Boeing 787 da All Nippon Airways (ANA) teve de fazer uma aterrissagem de emergência nesta quarta-feira (horário local) no aeroporto da cidade de Takamatsu, no sul do Japão, após ter sido detectada fumaça na cabine. O incidente não deixou feridos, confirmou à Agência Efe um porta-voz do Ministério dos Transportes, que indicou que o avião, que voava com 129 passageiros entre Tóquio e Ube, se desviou de sua rota e aterrissou às 8h45 locais (21h45 de Brasília), 35 minutos depois da decolagem.

O piloto do voo e as autoridades aeroportuárias confirmaram que os indicadores da cabine detectaram um problema em uma das baterias do avião.

Essa é a sexta avaria registrada em uma dessas aeronaves da empresa americana Boeing desde 7 de janeiro. Todos os aviões afetados pela série de erros desses últimos dez dias são operados pelas duas maiores companhias aéreas japonesas, a ANA e a JAL, as principais compradoras desse modelo.

As duas companhias, que possuem 24 aviões Boeing 787 Dreamliner, quase metade dos 49 operacionais no mundo todo, realizaram revisões das baterias e dos condutores de combustível de suas frotas sem detectar anomalias. A série de erros fez com que o Departamento Federal de Transporte dos EUA ordenasse em 11 de janeiro uma "inspeção a fundo" tanto do desenho da aeronave como do processo de produção.

A americana Boeing entregou o primeiro modelo 787 Dreamliner há 15 meses, e atualmente oito companhias diferentes repartem as 49 aeronaves operacionais.



Eu li no http://www.ipcdigital.com/





terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A Toyota mais uma vez desbanca a General Motors do topo como fabricante de automóveis que mais vende no mundo




Toyota volta ao topo do mundo nas vendas de carros, depois de dois anos.


Costa Concordia: Memorial para os náufragos




Um memorial sombrio no mar para as vítimas do Costa Concordia. Um ano depois; o navio de cruzeiro naufragou na Itália - matando 32 pessoas - sobreviventes e parentes dos mortos se reúnem para lembrar o desastre. Eles embalado a bordo deste barco - que circulou o transatlântico de luxo -. algumas flores foram jogandas no mar. Um serviço memorial foi também realizada na pequena cidade de Giglio, perto de onde o Costa Concordia encalhou. Entre os participantes da cerimônia estavam os parentes de um homem francês que morreu no naufrágio. "É difícil, é difícil de ver estas imagens novamente", disse um familiar. "É muito difícil de lembrar. Há muita dor." Durante o culto da igreja, um padre também fez uma oração para as famílias das vítimas.








Em restaurante chinês, robôs servem os clientes, lavam louça e até cozinham



Em restaurante chinês em Harbin, na província de Heilongjiang, 'emprega' 20 robôs, que trabalham em turnos de até cinco horas (este é o tempo de duração da bateria, que precisa ser recarregada por duas horas). Os humanoides levam comida até as mesas, servem bebidas, cozinham e também lavam louça. Com altura entre 1,3 e 1,6 metro, eles usam dez expressões para se comunicar com os clientes e também sabem cantar. Funcionários humanos usam computadores para controlar os robôs. O restaurante do chef Liu Hasheng foi inaugurado em junho do ano passado. Sheng Li/Reuters













Eu vi no http://tecnologia.uol.com.br/