terça-feira, 19 de abril de 2011

Homem foge do terremoto do Japão e é morto em Bauru, SP

SÃO PAULO - A polícia investiga o assassinato de um dekassegui em Bauru, cidade a 323 quilômetros de São Paulo. João César Takamatsu, 29 anos, foi morto nesta segunda de manhã, com cinco tiros em frente a uma academia de ginástica, no Núcleo Gasparini.
A vítima morou no Japão nos últimos 6 e voltou após o terremoto, mas nesta segunda-feira foi morto com cinco tiros. O homem que atirou, seria policial militar e estaria foragido. A vítima já tinha passagem pela policia por roubo. O crime teria sido motivado por ciúmes. Segundo a polícia, Takamatsu tinha uma relacionamento com uma mulher ligada ao PM, o que motivo o crime.
A família da vítima pediu a policia que algumas informações fossem mantidas em sigilo. O caso vai ser investigado pela delegacia de Investigações Gerais de Bauru. A perícia esteve no local e identificou as cápsulas das balas, como sendo munição da Polícia Militar.
by agencia O Globo
Brasileiro é condenado por uso de dinheiro falso
Na subdivisão de Okazaki do tribunal regional de Nagoya (Aichi), o brasileiro Jeferson Takayuki Suzuki, de 26 anos, foi condenado a três anos de prisão com ordem de suspensão por cinco anos pela acusação de ter usado dinheiro falsificado em lojas de conveniência em novembro do ano passado. Segundo o website do jornal Chunichi, o advogado de defesa insistiu que um amigo de Jeferson foi quem entregou o dinheiro para ele.



O juiz citou que a ação “causou prejuízo nas lojas” e que “o réu precisa de uma oportunidade de reabilitação e reconhecer sua responsabilidade no meio da sociedade”.

Brasileiro é esfaqueado em Nagano

Por volta de 20h15, do sábado (16), na cidade de Nakano (Nagano), um brasileiro de 20 anos foi esfaqueado numa rua da cidade, noticiou o website do jornal Mainichi.

O brasileiro sofreu graves ferimentos nas costas. A delegacia de Nakano investiga o caso sob acusação de tentativa de homicídio. Segundo a polícia, outro brasileiro de 28 anos, que estava no local do crime e também foi ferido pode ter participado e será investigado depois de se recuperar.


by Portal Web News




Tempestades matam 17 pessoas no sul da China

Temporais afetaram áreas de cultivo e provocaram prejuízos

Pelo menos 17 pessoas morreram e mais de 150 ficaram feridas em consequência das tempestades com fortes ventos e chuvas de granizo de domingo (17) na província de Guangdong, sul da China.



As tempestades afetaram as cidades de Cantão, Foshan, Dongguan e Zhongshan. Quase todas as vítimas morreram devido à queda de muros e de objetos provocados pelos fortes ventos.
Segundo o Ministério de Assuntos Civis chinês, as chuvas e ventos afetaram 506,7 hectares de cultivos e provocaram perdas econômicas de 50 milhões de iuanes (cerca de R$ 12 milhões) na região.
Na província de Guizhou, no sudoeste da China, as tempestades de granizo não causaram mortos, mas provocaram perdas econômicas no valor de 75 milhões de iuanes (R$ 17,6 milhões).

Segundo na linha de sucessão ao trono britânico casa em 29 de abril

Príncipe William e sua noiva, Kate Middleton, sorriem durante visita ao local onde estudaram, a Universidade St. Andrews

Relação entre família real e paparazzi é de um equilíbrio delicado


Um dos “partidões” mais cobiçados do mundo, o filho mais velho da princesa Diana (1961-1997) e do príncipe Charles, William, casa em 29 de abril com a Kate Middleton, que deixará na ocasião de ser plebeia.
Anunciado em novembro de 2010, o casamento do príncipe é com certeza um dos eventos do ano. Devido à festa o Reino Unido vai ganhar mais um dia de feriado neste ano e os pubs – os tradicionais bares britânicos – poderão funcionar até mais tarde na data.
O casamento movimenta até empresas na China, que fabricam desde pratos de lembrança a réplicas do anel de noivado. O vestido usado pela futura princesa no dia de anúncio do noivado também se tornou uma verdadeira coqueluche.
Convites de casamento e detalhes como o transporte dos noivos até o local também movimentam a vida britânica nestes meses.

Cinco coisas que sabemos e cinco
que não sabemos, sobre o casamento real

Vitrine disponibiliza itens que lembra o casamento real na cidade de Sydney, na Austrália


Preparativos frenéticos estão em andamento para o casamento do príncipe William com Kate Middleton - mas muito pouco é dito pelos responsáveis pela festa. Aqui, o especialista da BBC em realeza Peter Hunt oferece um guia para iniciantes sobre o que está confirmado, e o que ainda pertence ao reino da imaginação sobre o casamento.
Entenda o processo de sucessão no Reino Unido
O que se sabe ao certo e o que não se sabe? E é possível adivinhar alguma coisa a respeito de casamentos reais?
Cinco coisas que sabemos sobre o casamento...
Quando e onde
A data, sexta-feira 29 de abril, está na agenda dos interessados e daqueles que não têm o menor interesse no casamento real - e que pensam na miríade de formas de explorar o feriado.
A missa
O casal fez de tudo para não incomodar a hierarquia da Igreja Anglicana. O diácono de Westminster conduzirá a missa; o arcebispo da Cantuária casará William e Kate; o bispo de Londres, Richard Chartres, fará o sermão. Ele é um orador experiente, e amigo do príncipe Charles e de seu filho. No serviço fúnebre para marcar o aniversário da morte da princesa Diana, o bispo fez o chamado.
- Vamos terminar aqui. Que esta missa marque o ponto em que deixamos ela descansar em paz.
Quem dá as ordens?

William e Kate, de acordo com aqueles que trabalham para eles. O desafio é organizar um casamento que seja digno de um futuro rei, que não tropece no cerimonial, mas que seja discreto, em tempos de austeridade.
Quem paga a conta?
Como nação evoluímos em relação aos casamentos de contos de fada do passado, e este acontecerá em um momento de austeridade econômica. Portanto, os Windsors e os milionários Middleton arcarão com grande parte dos custos. No entanto, o contribuinte pagará a cara - mas nunca divulgada - conta da segurança.
Que presentes dar ao casal?
Esqueça a torradeira, o saleiro e as toalhas. Doações a instituições de caridade selecionadas são uma opção sendo explorada. Isso pouparia o casal do desafio de agradecer àqueles que dessem presentes mais incomuns. Em 1947, a avó de William recebeu um peru de uma mulher do Brooklyn, que achava que a então princesa - que vivia em um país pós-guerra - não tinha muito para comer.
...e cinco que não sabemos
A lista de convidados
Escolheros amigos mais próximos não vai ser fácil. Suas famílias obviamente estão incluídas. Líderes mundiais só devem entrar na Abadia de Westminster se tiverem alguma ligação com o casal. O primeiro-ministro da Nova Zelândia pode estar lá, mas não os presidentes Obama e Sarkozy.
O vestido
O modelo e o designer devem ser mantidos em segredo até o dia do casamento. Alguns assessores da família real acham que mesmo com toda segurança vai haver vazamento de informação. A abordagem pragmática, dizem, seria revelar o nome do estilista antes, sem dizer nada sobre o vestido. Minha contribuição para esse debate é que o vestido será branco.
Como se dirigir a Kate?
A curto prazo, é fácil. A noiva de William é tranquila e não se importa que a chamem de Kate ou Catherine. Se a tradição for seguida, William pode ser transformado em duque pela avó, e sua mulher seria duquesa.
Padrinho
Quando se pertence à realeza, você não tem um padrinho, tem um apoiador, e pode ter mais de um. Seria estranho se o príncipe Harry não assumisse o papel. Os irmãos têm uma relação próxima - algo que não pode ser dito de outros irmãos da realeza. Quando George 4º se casou com Caroline de Brunswick teve que literalmente ser levado até o altar, porque tinha bebido mais do que suas doses usuais de brandy, para se acalmar.
O futuro
William tem um destino a cumprir e um emprego como piloto da Força Aérea Britânica. Ela terá que conquistar seu papel como membro senior da realeza, e achar algumas causas de caridade para representar.


Dilma usou "método chinês" para negociar com a China

Postura mais racional que a de Lula pode render bons resultados, dizem professores
Dilma se encontra com o presidente chinês, Hu Jintao; presidente tem estilo mais próximo aos chineses

A presidente Dilma Rousseff lançou mão dos mesmos artifícios da diplomacia chinesa para dar uma guinada nas relações exteriores do Brasil. Adeptos da chamada “diplomacia de resultados”, na qual se faz mais e se fala menos, os chineses entregaram a Dilma resultados econômicos que foram plantados, diga-se de passagem, em governos anteriores.
Os chineses, dizem empresários brasileiros que negociam por lá, têm uma característica peculiar. Em um primeiro momento, eles ouvem atentamente ao que o seu interlocutor tem a dizer. Balançam muito a cabeça, mas nunca dizem "sim" ou "não". Para convencer um chinês a abrir o bolso e fechar negócio são necessárias semanas, até mesmo meses ou anos, mas sempre de contato próximo para que eles não se esqueçam da pessoa.
Dilma foi à China na carreira do bom relacionamento construído com o Brasil durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), que foi duas vezes ao país, e do restabelecimento da relação entre os dois gigantes emergentes promovida durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Com a tal relação próxima, Dilma pôde fechar negócios que devem render ao Brasil cerca de R$ 20,5 bilhões pelos próximos anos. Carne de porco, aviões, produtos para telecomunicações e até mesmo a montagem de uma fábrica brasileira de iPads estavam na pauta.
Pode-se dizer, portanto, que o Brasil saiu ganhando, certo? Mas em se tratando de relações internacionais as coisas não são tão claras assim.Chineses são duros na negociação

Para o professor Fábio Kanczuk, especialista em macroeconomia da USP (Universidade de São Paulo), os chineses são conhecidos por serem duros na hora de negociar. Querem muito e entregam de acordo com seus interesses.
A relação com países africanos, por exemplo, é cercada de polêmicas. Em troca de obras de infraestrutura, como estradas de ferro e indústrias, os africanos entregam seus recursos naturais, como minério e petróleo, em um sistema que lembra o colonialismo.
- Ela [a China] tem sempre um interesse, tem esse costume de chegar firme, fazendo investimentos pesados, mas, no fim, fica com o controle. Se eles investem na construção de um porto, só eles terão controle sobre o porto. Não me assustaria se alguns desses anúncios não se concretizassem.
O receio é real. A Embraer, que fechou a venda de 35 aviões para os chineses, instalou uma fábrica no país em 2002. Para tanto, foi obrigada pelo governo chinês a se associar à estatal Avic.
Durante a parceria, os chineses aprenderam a montar os aviões da Embraer e criaram a sua própria empresa, que agora diz não precisar mais dos brasileiros para seguir vendendo no gigantesco mercado interno.
Estilo de Dilma é diferente
Assim como no comércio, os chineses também são econômicos na política. A maioria das promessas feitas durante a primeira visita de Lula, em 2004, não se concretizaram. 
Lula chegou a anunciar uma mudança importante na ótica comercial, declarando que a China passara a ser vista pelo país como uma economia de mercado e apoiando sua entrada na OMC (Organização Mundial do Comércio) - o apoio, no entanto, não foi votado pelo Congresso Nacional, ficando sem validade.
O troco veio, no mesmo ano, em barreiras fitossanitárias a produtos brasileiros, como na carne suína e em carregamentos de soja que ficaram parados em portos chineses. Além disso, a China ameaçou o Brasil caso o governo levasse adiante as promessas de impor salvaguardas, que são mecanismos para proteger a indústria nacional, sobre brinquedos e outros de seus produtos exportados para cá.
Para o professor Argemiro Procópio, da UNB (Universidade de Brasília), autor de três livros sobre as relações entre Brasil e China, o tom usado pela presidente Dilma pode ser um diferencial na relação entre os dois países daqui pra frente.
- A mudança é inegável. Lula prezava pelo improviso e personalismo. Dilma já pensa mais racionalmente em seus pronunciamentos. Os chineses gostam disso. Com Dilma, não acho que o Brasil vai ser uma onça que mia como um gato. Vai ser uma onça que vai rugir como uma onça.

Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.(Isaías 55:6)

Americanos iniciam trabalhos de reconstrução após tornados devastadores

Ao menos 45 pessoas morreram devido a fenômenos em seis Estados
Shawta Mathers, de 13 anos, observa sua casa destruída em Glocester, na Virgínia

Após a morte de ao menos 45 pessoas em uma série de tornados que atingiram seis Estados americanos, os trabalhos de reconstrução já começam nesta segunda-feira (18), informa o jornal The New York Times.
Desde a última sexta-feira (15), mais de 20 tornados atingiram o Mississipi e o Alabama (sul), assim como outros 15 tornados passaram na quinta por Oklahoma, Texas (sul) e Kansas (centro), segundo o NWS (Serviço Meteorológico Nacional, na sigla em inglês).
A tormenta também derrubou árvores, postes, arrancou telhados e arrastou tratores para o meio das estradas na Carolina do Norte, onde 23 pessoas morreram.
A governadora da Carolina do Norte, Beverly Perdue, decretou estado de emergência e disse que esta é a pior tempestade desde março de 1984, quando tempestades provocaram 22 tornados na Carolina do Norte e do Sul, deixando 57 mortos e centenas de feridos. Nossos pensamentos e orações estão com todos na Carolina do Norte, que viveu este dia horrível.

O sistema de tempestades originado no centro do país chegou na sexta-feira aos Estados do sudeste: Mississipi, Alabama e Tennessee.
As autoridades recomendam aos cidadãos que acompanhem o noticiário e estejam preparados caso tenham de se abrigar ou se deslocar de suas casas.
As tempestades derrubaram árvores, postes de luz e destruíram dezenas de casas e veículos

Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.(Isaías 55:6)

Robô detecta altos níveis de radiação em central nuclear japonesa

Trabalho servirá para guiar reparos em unidade avariada de Fukushima

Imagem divulgada pela empresa mostra o trabalho do robô dentro do reator um da central

Robôs guiados por controle remoto detectaram altos níveis de radiação nos reatores da central de Fukushima, informou a rede de TV japonesa NHK.
A operadora do complexo, a Tokyo Eletric Power Company (Tepco), divulgou nesta segunda-feira (18) dados coletados pelas máquinas, que realizaram uma incursão no local neste domingo (17).
Os robôs inspecionaram o primeiro andar por cerca de 50 minutos e detectaram radiação de cerca de 49 milisieverts por hora. Uma pessoa que fique nestas condições por cinco horas será exposta a 250 milisieverts de radiação – o limite legal para um trabalhador nuclear em uma situação de emergência, ainda de acordo com a NHK.
A expedição no reator três durou duas horas, mas os robôs encontraram dificuldades no deslocamento devido aos muitos escombros no local. A leitura máxima de radiação foi de 57 milisieverts por hora.A Tepco informou que espera encontrar locais onde os trabalhadores possam realizar trabalhos de descontaminação para realizar um plano para trazer a situação na usina sob controle.

O robô ainda mediu a quantidade de oxigênio, que está na faixa de 21%, o suficiente para permitir a entrada de trabalhadores nas instalações.
Nesta segunda-feira uma outra expedição de robôs deve analisar as condições dentro do reator dois. No local, o nível de água contaminada continua a subir.




Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.(Isaías 55:6)

Japoneses querem troca de governo para reconstruir o país, diz pesquisa

Quase 70% dos entrevistados quer saída do primeiro-ministro Naoto Kan
Homens procuram fotos entre pertences recuperados nos destroços deixados pelo tsunami na cidade de Naori, Província de Miyagi; japoneses estão insatisfeitos com a atuação do primeiro-ministro Naoto Kan após a tragédia

A maioria dos japoneses quer um novo primeiro-ministro para liderar a reconstrução após o terremoto seguido de tsunami do mês passado, mostra pesquisa publicada por um jornal nesta segunda-feira (18).
O chefe de governo foi criticado no parlamento novamente pela maneira como tem tratado da crise nuclear decorrente da tragédia.
O Japão luta para controlar a situação na usina nuclear de Fukushima Daiichi, danificada pelos desastres naturais de 11 de março, um processo que pode levar o ano todo.
A Tokyo Electric Power Co. (Tepco), operadora da usina, declarou neste domingo (17) que espera realizar um desligamento a frio para estabelecer os reatores dentro de seis a nove meses.
Esse prazo só será cumprido se "tudo correr tranquilamente", disse o secretário de gabinete Yukio Edano. A recuperação completa pode levar mais tempo, e a reconstrução da devastada costa nordeste sequer começou.
Desastre é o mais caro da história
O saldo dos danos materiais oriundos do terremoto seguido de tsunami foi estimado em cerca de R$ 480 (US$ 300 bilhões), o que o torna o desastre natural mais caro da história. Mais de 13 mil pessoas tiveram suas mortes confirmadas e dezenas de milhares estão desabrigadas.


Quase 70% das pessoas indagadas pelo jornal de negócios Nikkei disseram que o primeiro-ministro Naoto Kan deveria ser substituído, e um número semelhante declarou que a reação do governo à crise nuclear não é aceitável.
Kan foi criticado mais uma vez no parlamento nesta segunda-feira pela forma como tratou do desastre nuclear. As críticas mais duras vieram de Masashi Waki, parlamentar do oposicionista Partido Liberal Democrático ao comitê orçamentário da Câmara Alta.
Ele insinuou que Kan estava despreparado desde o começo, observando que Kan admitiu não se lembrar dos detalhes de um treinamento do ano passado que simulava um incidente como o de Fukushima.
- O primeiro-ministro Kan está trabalhando duro e deve estar passando por dificuldades. Mas muitas pessoas questionam sua liderança.
Kan disse que ele e seu governo estão dando o melhor de si.
- O Japão vivenciou muitas crises no passado, mas acredito que está é a maior crise nos 65 anos desde o final da Segunda Guerra Mundial. Daqui em diante, devemos persistir em nossa estratégia em duas frentes, e quero fazer todos os esforços nos dois temas [a reconstrução do país e a resolução da crise nuclear].